quarta-feira, 19 de agosto de 2009

fofices do design: tent-sofa

Philippe Malouin é um desigenr canadense que mora em Londres e criou esse sofa para a companhia italiana Campeggi. A inspiração veio das tendas militares. Divertido, não?
Essa é uma solução bacana para o amiguinho que vem dormir em casa ou para simplesmente brincar e variar o lugar aonde dormir.
Assistindo o vídeo no site de Philippe sobre o Tent -Sofa, a única coisa que não fica clara é como a tenda fica segura quando armada-não se vê a demosntradora fechando nenhum velcro, mas pode ser só por efeito de demonstração.
Só não vale ter toque de alvorecer as 6 da manhã no ouvido dos pais!

terça-feira, 11 de agosto de 2009

essa vai dar pano para a manga: a manga direita

Se você chegou agora, saiba que este é o segundo post sobre um texto entitulado "Sem crianças, por favor" do Fabio Santos no jornal Destak. Para ler a matéria na íntegra, é preciso navegar até ela-coisinha meio chata, mas não tem outro jeito. As instruções para fazer isso estão no primeiro post: essa vai dar pano para a manga: a manga esquerda.
Resumindo um pouco o texto, o Fabio descreve como crianças em público são inapropriadas para quem ainda não os tem (e) que trabalham, como por exemplo em pousadas paradisíacas com ar de honeymoon no meio de quilômetros de areia e coqueiros, aviões e almoços de negócios em restaurantes-enfim, basta ser um lugar público. Fala também sobre como os pais transferem a responsabilidade de controlá-las aos outros-eles que não tem filhos. Como está sobrando pano, esse vai ser tópico para uma terceira manga, a extra. Nossa, como estou me divertindo com o texto do Fabio! Para não confundir alhos com bugalhos, a manga direita vai se deter na primeira parte do texto.
Eu já fui o Fabio. E teria escrito as mesmas coisas que ele-e até um pouco mais, conhecendo meu humor. Eu nunca gostei de crianças e francamente não dava a mínima para elas. Por alguns (muitos) meses, só gostei de Fofoquinha, depois que ela nasceu, porque era minha.
Quer saber? Criança é inapropriada mesmo. Eu fui uma, lembro bem que peste sem classificação eu era. Minha mãe até rogou praga: "Você vai ver, seus filhos vão ser piores do que você foi!". Praga de mãe pega. Matraca-Trica e Fofoquinha são inconvenientes, inapropriados, cansativos, imprevisíveis e barulhentos. Resumindo, são crianças normais. Se não fossem assim eu ia achar que tinha alguma coisa muito errada com elas.
Eu desculpo o texto do Fabio. Já me desculpei também. Ele não é pai, não foi iniciado nessa grande maçonaria que chamo de "o lado de cá". Tudo o que o Fabio quer é curtir o mundo na santa paz e sossego em um mundo acima dos 18 anos. Pensando bem acho que não existe um ser adulto que não queira isso.
Logo no segundo parágrafo,, numa tentativa mixa de salvar a própria pele de leitores que são pais e com certeza mandariam emails de baixo calão, ele escreve: "Não que eu não goste de crianças. Gosto sim, e muito. Tanto que eu e minha mulher estamos em campanha pelo primeiro filho. Mas há lugares e circunstâncias em que crianças são, digamos assim, inapropriadas." Humm, se a linha de pensamento é essa, me dou o direito* de estender a frase dele para "...e circunstâncias em que crianças, cachorros, idosos, chatos, gente que está perpetuamente no celular (e pior ainda, falando alto), quem dirige mal, ri muito alto, usa perfume demais, tem mau hálito, é cafona (por que eu tenho que olhar coisa feia??) ou tem cérebro de galinha são, digamos assim, inapropriados". A lista é bem maior do que esta, infelizmente tive que resumir minha birra com a humanidade em poucas palavras.
Como o Fabio ainda não é pai-queria ser uma mosquinha para contar a todos vocês o dia em que ele estiver sem pajem e tiver que levar a futura cria no banco, na farmácia e no restaurante-ele nem imagina que a gente muitas vezes não tem escolha. Ou leva ou leva. Ele não sabe que as crianças aprendem por observação e vivência. Se nunca forem a restaurantes e viajarem de avião, nunca vão saber se comportar nessas situações. Ele não sabe sobre o grande segredo de "o lado de cá": a paciência divina e (quase quase) ilimitada. Ele provavelmente não lembra da própria infância: imagina se ele tivesse ficado dentro de uma bolha sem sair de casa (a não ser para ir ao playground e escola) até criar espinhas na cara. Acho que ele não teria gostado muito, teria? Saberia ele se comportar em sociedade?
Lugar público é...preciso mesmo explicar? Talvez sim, uma vez que o Fabio termina o texto dele assim: "...se seu objetivo for paz e tranquilidade, melhor se manter distante de qualquer lugar com playgrounds. O contrário também deveria valer. Se não tem parquinho, mantenha as crianças longe."...ou será que deixo ele descobrir por sí só?

* Me dou o direito de seguir sua linha de pensamento. Só isso, pois aprendi como agir em situações como estas quando elas se apresentam: "os incomodados que se mudem" é um moto simples a ser seguido e eu faço grande uso dele.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Apite pelos meninos




Tem tanta gente fazendo coisas bacanas pelas crianças e por um mundo melhor-sem pieguices-que vou abrir um novo marcador no Mamãe Sabe Tudo: "Passando o Chapéu".
Minha parte é ajudar a divulgar, coisa que farei com o maior prazer porque acredito no trabalho dessas pessoas.

Gostaria de apresentar para vocês o Falling Whistles. É a história de um homem que foi a Africa ajudar a calçar crianças. Alguns campos de refugiados e danças tribais depois, ele chegou ao Congo. Ajudou a resgatar 5 meninos e eles contaram como foram torturados e obrigados a matar. Contaram como a única arma que dão a esses meninos-soldados que ainda são pequenos demais para segurar uma arma é um apito. A única coisa que esses meninos tem que fazer é ir na frente dos soldados e fazer bastante barulho para assustar o inimigo. Eles são a barricada. São eles que recebem a primeira rodada de balas.
Sean Carasso trabalhou com a UNICEF para ajudar a resgatar crianças e fundou a organização Falling Whistles para levantar fundos par sua causa.
Visite seu site pelo menos para ler seu diário. Se puder, passe também na lojinha.

sábado, 8 de agosto de 2009

fofices do design: tapetes para brincar




Mostrei em um post anterior um tapete que além de esquentar os pés e decorar o quarto, serve também para brincar. Resumindo: uma fofice mesmo.
Como ninguém é bobo e perde tempo, já apareceu uma versão turbinada na Austrália no site Danish By Design, criados pela IVI. Em vários tamanhos e com vários temas-fazenda, trânsito, casinha e tabuleiro de jogos-difícil é escolher um.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

essa vai dar pano para a manga: a manga esquerda

Sempre pego esses jornais que distribuem no semáforos. Para mim são o equivalente de revistas em manicures: leitura rasa, rápida e de fácil digestão. Até ler no Destak o "Meu Destak" do dia 30 de julho de 2009 na edição do Rio de Janeiro, na página 15, escrito pelo diretor editorial Fabio Santos (tentei colocar o link aqui mas a página não abre corretamente, a gente tem que navegar até achar dentro do site). A dita cuja intitula-se "Sem crianças, por favor". Deu para perceber, pelo titulo, que eu não iria deixar passar batido, né? Coisinha rápida o que o Fabio escreveu. Ele nem imagina como vou me divertir com a matéria ligeira dele por aqui! Resolvi até dividir meus comentários em posts separados para não cansar a vista de muita gente.
Em um dos parágrafos de seu texto-não vou me estender muito no conteúdo da matéria do Fabio neste momento, uma vez que o titulo é self-explanatory e vou falar mais sobre ela em alguns posts (desconfio que ele vai virar minha piada preferida!)- ele conta que a revista britânica The Economist "faz campanha para que as companhias aéreas tenham voos vetados a quem tem menos de dez anos". E adiciona de punho próprio: "Ninguém é obrigado a pagar os altos preços das passagens aéreas e não conseguir pregar o olho porque a belezura na poltrona de trás esta incomodada com a pressurização da cabine ou resolveu exercitar suas pernas chutando suas costas".
Nem precisei queimar minha cachola por muito tempo pensando no que o Fabio escreveu. Para começar, já que uma revista de tamanho peso ignora os princípios básicos dos direitos humanos e se comporta com tamanha infantilidade, por que não eu? Afinal, antes de Fofoquinha nascer eu acreditava piamente que aviões deveriam ter uma cabine separada a prova de som para acomodar famílias com crianças.
Depois que ela nasceu continuei usando aviões (como se fossem meros táxis) como meio de transporte. Ai de quem abrisse a boca para reclamar qualquer coisa sobre minhas crias! Tá certo, nunca precisei, como minha cunhada uma vez, vir cantando boa parte (umas 4 horas) de um voo internacional, Old MacDonald had a Farm com seus 3 filhos, mas cheguei perto.
Não discuto que as pessoas fiquem incomodadas-eu também ficava. Mas essas pessoas são adultas. São bem grandinhas para lidar com a falta de paz temporária ou uma noite mal dormida. Todos sabemos que aviões são, na verdade, um grande elevador velho com (a cortesia de) cadeiras de sala de espera de repartição pública que leva hooooras sem fim para ir de um andar para o outro.
Resolvi lançar a minha própria campanha. Assim como a The Economist vou encaminhar minha lista de pedidos para TODAS as companhias aéreas.
Abaixo a minha lista de indivíduos que deveriam ter voos separados dos demais mortais:
-Gordos.
-Pessoas que insistem em puxar conversa mesmo vendo que você está com livro aberto e fone de ouvido.
-Pessoas com volume do IPod alto.
-Pessoas que tem CC e/ou perfume ruim forte.
-Pessoas com incontinência urinária que levantam a cada 1 hora para ir ao banheiro no meio do seu filme.
-Pessoas que passam a noite com laptop ligado.
-Bêbados.

Para terminar, gostaria de mencionar que uma coisa que filhos nos ensinam-e que o Fabio não sabe ainda- é ter mais compaixão e respeito pelos outros. Olha só a diferença entre a frase "... e não conseguir pregar os olhos porque a belezura na poltrona de trás está incomodada com a pressurização" e "tinha um bebê, tadico, que chorou a noite toda porque estava incomodado com a pressurização". Pergunto: quem é o adulto aqui?

terça-feira, 21 de julho de 2009

tutti buona genti!

-Atenção senhoras, vai começar mais uma reunião do "Clubinho das Mamães". Disse a loirinha de maria chiquinhas.

Ahh, se a vida fosse tão simples assim como uma casinha de bonecas no quintal e um bando de meninas brincando de lar, com tudo o que as casas de verdade tem: jogo de chá de porcelana, bebês de plástico com muitas roupinhas, chupetinha, mamadeira (mas tem algumas, como Fofoquinha costumava fazer, que insistem em dar o peito para os bebês) e carrinhos; toalha xadrez de vermelho e branco com muito babado e o mais importante: tiaras, makeup, luvas , boás e os sapatos de salto das mamães grandes.
Se a gente pensar bem, esse é o primeiro clubinho que as meninas fazem parte. Quando crescemos, fazemos parte de um clube maior e com nome sem diminutivos, inteiramente globalizado e sem restrição alguma a raça, religião,status social e....ouso dizer: sexo*.
Como mencionou uma leitora em um comentário, quando somos mães somos todas íntimas. E quer saber? Somos mesmo. Saímos da maternidade com carteirinha e direito a vaga no estacionamento do clube, mesmo que seja só para o carrinho da cria. O único documento que precisamos apresentar é um bebê. Ou dois. Ou três. Ahhh, as maravilhas (duvidosas) da inseminação artificial!
A intimidade é tanta que a gente não tem o menor pudor ou timidez em se aproximar com sorriso aberto de uma outra mulher que a gente nunca viu no parquinho para perguntar qual é a marca de fralda que ela usa ou aonde ela comprou cenouras orgânicas ali perto. Nós temos o maior prazer em dividir dicas-afinal só nós mesmas sabemos a melhor maneira de educar crianças-e ainda oferecemos outras que não estavam na lista de perguntas. Isso, na minha opinião, é uma das coisas mais doces entre sócias do clube. Dividimos nossa sabedoria duramente conquistada, tempo, sentimentos, lanches e eventualmente uma calcinha ou cueca tamanho PP infantil em caso de acidente de treinamento.
Mas a intimidade, como em todos os outros casos, é uma fruta que pode azedar rápido se não for colhida a tempo. Nós nos sentimos tão confortáveis umas com as outras que eventualmente nossas personalidades, opiniões e hormônios colidem. Nos sentimos no direito de comentar sobre como Jane Jetson está fazendo besteira em colocar Elroy para dormir tão tarde ou como é possível que não ofereçam nada mais do que batatas fritas e salsicha nas refeições de Judy-é por isso que essa menina não gosta de nada saudável, gente! Afinal, a minha maneira de educar é a melhor de todas. É aí que o clube vira Máfia: perdemos nosso precioso tempo vago julgando umas as outras. Sem má intenção ou maldade. No fim queremos o bem da família em questão, não concorda comigo?
Incrível como apesar de tudo isso não precisamos mandar colocar cimento nos pés de ninguém por causa de uma diferença de opiniões. Nossa Cosa Nostra é mais piedosa e compreensiva. Afinal, as facetas do relacionamento entre mulheres a gente aprendeu lá atrás, no clubinho. Essa dinâmica, que pode ser um pouco bruta as vezes, nós já dominamos. No fim, as crianças estão todas aí felizes e saudáveis. Todas sobrevivem para formar seus próprios clubinhos e aprender como aprendemos como é crescer como mulher e mãe.


*Sim, existem até mesmo alguns pais sozinhos que fazem parte do Clube das Mães. Existe até uma mulher que virou cirurgicamente homem e engravidou, tornando-se o primeiro pãe da história.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

quinta-feira, 16 de julho de 2009

fofices do design: taga


Com 3 prêmios no currículo-Red Dot Design, Eurobike 2008 e o Kind und Jugend Innovation Awards, o carrinho/bicicleta Taga tinha que ser design holandes. Só poderia ser, não acha?
Que coisa boa: um carrinho e uma bicicleta que é confortável para os pais e para a criança. Não tenho muita coisa a acrescentar depois que se vê o vídeo. Se puder pegue uma fraldinha de boca para não babar enquanto assiste!
Só vejo um problema com o Taga: por que ele não foi criado 6 anos atrás quando eu precisava dele???

quarta-feira, 15 de julho de 2009

leve-me até seu líder!




Quando ví essas imagens, pensei comigo mesma: "Que pena que isso não dá para colocar no blog, não tem nada a ver com crianças!".

Ahhh, mas quando a vontade é muita a gente sempre acha uma desculpa: dá para colocar como decoração em quarto de meninos! Junto com uma coleção de robôs antigos! Pronto, já me ví montando um espaço na próxima Casa Kids. 
O bacana do trabalho do italiano Franco Brambilla é que ele cria interferências de arte Sci-Fi com carinha retrô em cartões postais antigos usando tecnologia de ponta! What a trip!
Agora me conta: você não iria querer usar o trabalho de Brambilla- cá entre nós, algumas imagens são hilárias- no quarto de seu filho?

segunda-feira, 13 de julho de 2009

and the winner is....

Mais uma vez gostaríamos de dizer que é um prazer estar aqui com vocês na cobertura do prêmio "Mães do Ano". Este ano ninguém mais, ninguém menos do que Mamãe está entre muitas candidatas neste dia de grande gala. Ela concorre entre outras mulheres de fibra a uma categoria não das mais importantes, mas das mais significativas: "Manteiga Derretida". 
Enquanto esperamos acabar a entrada do red carpet, acompanhe-nos nessa retrospectiva da trajetória da Mamãe. 
Antes de começarmos gostaria de lembrar ao leitor que você pode ligar para 0800 555 555, teclar 3 para a categoria "júri popular" e depois teclar 9 para votar nela. 
Mamãe é a mais forte candidata ao troféu "Manteiga Derretida" deste ano apesar de não haver provas concretas de seus feitos-ou ela tem a ilusão que não há, mas na verdade nossa equipe de reportagem localizou muitas testemunhas que entrevistaremos no próximo segmento do programa. Infelizmente nossos arquivos não tem nenhuma imagem oficial da Mamãe sem óculos escuros com suas crias em público, portanto não podemos mostrar ao leitor nada que ele já não tenha visto. Sua modéstia e timidez a impedem de fazer grandes cenas e chamar a atenção para um rímel desbotado e um corretivo escorrido fora do aconchego do lar, mas podemos afirmar por fonte segura que os óculos escuros são prova (circunstancial) de suas lágrimas. O nariz vermelho não mente! 
O querido leitor já notou que seja lá quando for que suas crias tenham apresentação, participação, festividades ou dias especiais; Mamãe está presente de óculos escuros. A ocasião pode ser em dia chuvoso, em ginásio fechado, a noite ou em teatros escuros. Mamãe nunca foi pega sem o tal dos óculos. Nossa equipe de reportagem que a acompanha desde o nascimento de Fofoquinha confirmou em inúmeras vezes que isso acontece porque ela chora feito bebê quando vê suas crias participando em ocasiões coletivas. Ela derrama copiosas lágrimas no dia das mães quando eles cantam uma musiquinha em homenagem a ela. Ela chora na apresentação do encerramento da natação, esportes e escola. Ela chora assistindo comerciais de margarina na semana do dia das mães. Assistindo cenas antigas de quando Fofoquinha e Matraca-Trica eram bebês. Arrumando o álbum de fotos. Chora também ao ver os tios do acampamento (uns marmanjões de barba na cara, no less) enxugando os olhos de emoção no último dia do programa. Ela chora no dia dos pais quando vê as crias com sua cara metade. Nossas cameras já a pegaram chorando de vez em quando no supermercado (ou farmácia. ou tintureiro). Mamãe confessou em entrevista prévia que quando pensa na família, ou em alguma coisa bacana que Matraca-Trica e Fofoquinha fizeram ou disseram, ela não consegue se controlar. 

Atenção, voltamos agora ao vivo com a apresentação da categoria "Manteiga Derretida". As candidatas ao troféu já foram apresentadas ao público. Em alguns instantes ouviremos o resultado:
-Ladies and Gentlemen, the winner is....


quarta-feira, 8 de julho de 2009

fofices do design:berço Vyssa

Sou fã de carteirinha do design dos países baixos e proximidades. Mas também, olha só a foto acima. Não é para ser? Dá para resistir ao berço Vyssa de Gylldorff & Svalin? Tudo bem que a gente não consegue nem pronunciar o nome direito, mas o conceito a gente saca na hora: uma mistura de berço e cestinha, que embala levemente o bebê como se ainda estivesse dentro da barriga da mãe, feito de materiais naturais (madeira e lã) e, o mais importante de tudo: lindo.

terça-feira, 7 de julho de 2009

orgulho da mamãe


Sou uma mãe orgulhosa. Qual mãe não é? Filhos vem em muita formas, um deles é o fruto de nosso trabalho que, quando a gente gosta do que faz, também chama de filho. Pois graças a fofice da editora da revista Pais & Filhos, Mônica Figueiredo, tem um filhote meu dentro da edição de julho. 
Adorei a oportunidade de participar de uma publicação com uma proposta tão bacana como a da Pais & Filhos-sem nenhuma puxação de saco, por favor! Se  vocês conhecem o conteúdo desse blog sabem bem que não me presto a esse tipinho de coisa. Quando gosto de uma coisa eu gosto mesmo.

Vamos apostar uma corrida até as bancas para comprar um exemplar? Aposto que chego primeiro!

sábado, 4 de julho de 2009

glamour+mom=glamom!

E vou te dizer, já não era sem tempo!

Essa sou eu reagindo a uma matéria (tão antiga que nem me lembro aonde li) sobre a glamorização da maternidade. Essa reação ficou engasgada numa gavetinha dentro de um arquivo obscuro na minha cachola até hoje. Tempo demais, começou a cheirar mal e agora sou obrigada a jogá-la fora na lixeira que é esse bloguinho.
Reação um tanto tardia e inflamada, é verdade, mas não vamos entrar em detalhes sobre um eventual acompanhamento psicológico para minha perturbada pessoa. Eu tenho consciência que (de vez em quando) preciso de um-mas isso é outra história!
A matéria explorava a glamorização da maternidade. Negativamente. É para ficar brava, não é? Pois eu fiquei. A matéria dissertava sobre como um ato tão cotidiano, biológico, parte do ciclo da vida e segundo a autora, corriqueiro como dar a luz tornou-se um evento de importância fora de controle nesses dias contemporâneos.
Hummm, por onde começo?
Já sei, começo dizendo que fui picada pelo mosquito feminista-nada que um pouco de creme antiinflamatório não cure. Depois, dizendo que a princípio concordo com ela. Não discuto que nascimentos são parte do grande círculo de vida e morte. A importância deles, sim, eu discordo. 
Até o começo do século passado, mulheres morriam como frangos no abate em partos ou de complicações deles pouco tempo depois. Mulheres não tinham dizer sobre sua própria sexualidade ou direito a querer ou não ter filhos. Mulheres menstruavam uma vez a cada dez anos, com muita sorte se o marido estivesse ausente naqueles dias férteis. O número de mortes no parto ou por complicações dele era a maior percentagem-de longe-na mortalidade feminina, até o começo do século XX. Não vou nem me estender em números de mortalidade infantil...resumindo, por causa da quantidade, a morte (nessas situações) ficou banalizada.
Com a evolução da medicina, tecnologia e sociedade o número de mortalidades caiu vertiginosamente. Hoje em dia, com anticoncepcionais, poluentes, química nos alimentos que ingerimos, stress e vai-se lá saber o que mais; muitas mulheres não concebem-por opção ou incapacidade. A dificuldade para algumas é grande e o processo doloroso. Traumático. Uma gravidez sem maiores problemas e o nascimento de uma criança sadia e com 10 dedinhos são comemorados como vitória de jogo do Brasil em final de copa. E devem ser mesmo. O valor da vida mudou.
Outra coisa: antigamente os homens apareciam, engravidavam as mulheres e partiam para alguma cruzada em terra de infiéis, voltando anos depois. Hoje os homens participam do processo do começo ao fim: engravidam junto, assistem o parto e ajudam a cuidar do filhote desde o primeiro dia. Essa "coisa de mulher" tão misteriosa na cabecinha deles agora só refere-se a TPM. Ficar na sala de espera enquanto a mulher está em trabalho de parto pega mal para xuxu. Homem que é homem tem que ter cojones e ficar ao lado da mulher para ajudar no que puder na hora do vamos ver. Ahh, nada como assistir um parto para criar respeito pela mulher e bebê!
Sociologicamente falando, como a visão masculina sempre dominou o comportamento da humanidade (alguém vai querer discordar aqui?), se a gente somar a ignorância a respeito do processo com a banalização das complicações fatais, temos como resultado o pouco respeito pela vida de todos aqueles que não tem barba feita. Era assim que o mudo rodava antigamente. Hoje no more.
Portanto comemore SIM cada nascimento, cada criança que vem para nos alegrar. Aproveitem que a mídia está do nosso lado e celebra com fanfarra cada bebê nascido de astros e estrelas. Nós todas merecemos a atenção, carinho e ajuda que nos é de direito. E tenho dito.
Agora com licença que tenho que ir até a farmácia comprar o tal do creme antiinflamatório.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

curta: tá boa?

Último dia de aulas, muitos abraços, beijos e despedidas carinhosas. Todas as professoras nos desejando bom descanso.
Francamente, o que passa na cabeça dessas mulheres? Bom descanso?? Engraçado como nossa idéia de descanso é diferente: na minha cabecinha, descanso é não ter hora para acordar, passar metade do dia na cama, depois almoçar com uma boa taça de vinho tinto e boa conversa. Passar a outra metade do dia em um spa ou cinema e finalmente levar 4 horas jantando entre amigos. 
Na cabeça delas passar o dia to-di-nho pensando em atividades com crianças e executando (em particular nos dias de chuva) malabarismos para passar o tempo-estamos falando de cinco semanas, gente. CINCO!- é descansar. Não canso de repetir, amo de montão a beça Matraca-Trica e Fofoquinha, mas nós também temos que trabalhar, fazer supermercado, queremos um tempinho para namorar ou olhar a grama crescer (sem falar na manicure, visita a consultórios médicos ou dentistas, etc).
Quando as professoras vieram alegremente com a linha "Bom descanso", respondi sem pensar "Tá boa, santa?". Depois de uma breve desculpa, expliquei nosso ponto de vista, o das mães:
Descanso vou ter no dia 3 de Agosto as 13:02 hs. Dia em que eles voltam para a escola, dois minutos depois de deixá-los com suas respectivas "tias" descansadas.

terça-feira, 30 de junho de 2009

fofices do design: John W. Golden





Essa é uma das minhas lojinhas favoritas no Etsy. O Etsy todo mundo já conhece, não é verdade? Não?? Então passe lá que vale a pena! O portal é só para coisas feitas a mão. Sim, tem algumas vovós vendendo toalhinha de crochê e aquarelas de por-do-sol, mas tem também muita, muita coisa legal. Como a lojinha de John W. Golden. Isso é só uma pequena amostra de seu estilo, John é muito produtivo e aparentemente não para para respirar entre uma criação e outra!
Gostou? Quer saber um pouco mais de suas aventuras? Visite seu blog. Como mencionei antes, John não para.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

sonho de princesas




Tá certo, a idéia não é original, a Disney mesmo já parodiou a sí mesma no filme Encantada (Enchanted, 2007). Mas o resultado do trabalho da premiadíssima, renomada fotógrafa canadense Dina Goldstein é impressionante. Tragicômico. Ácido. Resumindo, típico de uma mãe. Pois foi assim que a idéia do projeto Fallen Princesses nasceu, quando Dina começou a analisar o desejo das pequenas em vestirem-se (e tornaren-se)  princesas. Olhou para dentro de sua própria casa. Olhou para sua própria filha.
Só para matar a curisidade: as fotos da Branca de Neve  e Rapunzel foram premiadas. Snow White foi premiada duas vezes, o primeiro prêmio foi no Fine Art International Color Awards.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

paciência não é santa


Eu não sei como fazer para responder aos comentários que deixam em meu bloguinho.

nota em lugar inapropriado: se alguém souber, estou toda ouvidos, por favor!
Antes de mais nada, muito obrigado pelo carinho e comentários que vocês (cinco, provavelmente) deixaram. Eles são poucos, dá para contar nos dedos de duas mãos. Já houve quem me perguntasse por que não há comentários no meu blog, se por acaso eu os edito e não os deixo disponíveis. Pois vou te contar o que acontece: quem lê este bloguinho não deixa comentários mesmo. Tenho uma teoria: quem tem filhos não tem tempo nem de descascar preguiçosamente uma tangerina, o que dirá perder precioso tempo escrevendo alguma coisa aqui. Não me sinto ofendida, por favor! Entendo perfeitamente. Eu mesma raramente tenho tempo de deixar comentários em blogs amigos. Fico feliz quando tenho 3 minutos de sobra para ler algo além de bulas de remédio, livros de histórias infantis e informações nutricionais/ingredientes em embalagens de alimentos industrializados. O que também explica a minha ignorância em saber como responder a comentários aqui: não tive tempo de ler a respeito ainda.

Voltando ao assunto: recebi um comentário em um post antigo, a pedra no meu sapato. Gostaria de responder ao meu querido anônimo.
As pessoas gostam desse cantinho porque elas se identificam com minhas peripécias maternais. Eu gosto desse cantinho porque posso ventilar minhas frustrações em certas ocasiões. Sem perder o bom humor jamais! Eu não me levo muito a sério e tão pouco os leitores.
O último parágrafo do texto era (aparentemente não tão) claramente para encerrar o pensamento. Uma piadinha. E sim, tem horas que a gente pensa assim-não damos corda ao horror e a coisa morre ali, naquele nanosegundo. Na hora da frustração suprema, a gente perde a cabeça. A cabeça e só ela. Estou mentindo? Eu assumo que eu perco a minha que já é meio desmiolada, mas a acho em poucos minutos (normalmente em baixo do sofá no banco de trás do carro). Por que somos humanos. O amor incondicional não é diretamente proporcional a paciência. Aliás, na minha cabeça são duas coisas completamente diferentes. Paciência não é santa. O tal do amor é. Paciência, usando uma metáfora pouco inspirada, é como um elástico: quando se alarga além de seu limite, ele se rompe.
Eu acho que as crianças tem que saber sim que nós perdemos a paciência de vez em quando, que o que eles estão fazendo pode machucar, magoar ou nos deixar zangados. São respostas normais, eles também as sentem. Isso estabelece limites, mostra que atos tem consequências. Você não mostra quando está feliz? Então. Não adianta protegê-los ad eternum de reações pouco louváveis dos seres humanos, pois mais tarde eles não vão saber como reagir a elas, não vão saber como lidar com a situação quando ela se apresentar. 
Você perdeu a paciência? Dê o exemplo: acalme-se e peça desculpas a sua cria, para começar. Seja exemplar e conte o que fez para se acalmar e como lidar com a frustração. Usar a si mesmo como rato de laboratório, como instrumento para aprendizagem; isso sim é responsabilidade e amor incondicional.
Pois é, meu querido anônimo, eu gosto de conversar. Acho construtivo. Acho que só podemos crescer quando amadurecemos ideias. Por isso agradeço seu comentário. Ele me fez parar para pensar além de suas palavras. Obrigada!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

ser mãe é....esquecer de pequenos detalhes na vida.

A escolinha de Fofoquinha e Matraca-Trica faz uma coisa legal nas festas juninas com as crianças. Até o Primeiro Ano as meninas não podem se vestir de noiva para dançar quadrilha. No Primeiro Ano...ahhh, no Primeiro Ano todas são noivas.
Imagine a cara das meninas no dia de dançar a quadrilha, que não se aguentavam de felicidade de estarem com saião até o pé, véu e grinalda! Foi um teste para as mães e filhas...mães de noiva e noivas em treinamento.
Eu acabei fazendo o vestido de Fofoquinha com minhas próprias mãos. Não nasci para overloquista nem nada, não tenho talento nem para pregar botão em roupa mas tenho um bom olho. E cola quente, a melhor invenção para mães metidas a fazer coisas que não sabem! Passei uma semana colando flores douradas no véu, não por falta de coordenação motora, mas porque estava trabalhando-o que também explica minha pequena ausência do blog. Entre responder um email e resolver pepinos ao telefone, colava uma florzinha. A bisa de Fofoquinha, com talento nato para uma máquina de costura, fez o saião. O resto fiz eu. No meio do trabalho. Depois do jantar. Enquanto esperava a bacana fazer seus esportes de manhã. Antes de ir buscá-los na escola. Se pudesse fazer em baixo do chuveiro, também teria feito. Isso tudo porque fiz uma pesquisa e fiquei tão chocada com o que que resolvi que Fofoquinha jamais seria uma noiva da "25 de Março"*. Tenho um lado Martha Stweart latente que faz escândalo quando vê certas coisas.
Depois desse tempo todo fazendo o tal vestido, colando lacinhos de fita e flores até ficar com os olhos embaçados-uma florzinha a mais e ia parecer o vestido de noiva da Claudia Raia no casamento com Alexandre Frota nos anos 80-ele ficou pronto.
No dia da quadrilha da escola vesti a noiva que estava excitadíssima. Como noiva de praxe, estava também atrasada. Saímos correndo, esbaforidas pela rua a pé (só faltou o cortejo de cidade de interior) pois eram só 3 quarteirões e ao chegar, entreguei a noiva para o noivo e professora. Fui procurar um quentão e um lugar para o batimento cardíaco voltar ao normal e me preparar para o começo do grande evento. Orgulhosa de mim que não esqueci um único detalhe da produção de Fofoquinha, peguei a filmadora. Quem disse que eu havia lembrado de carregar a bateria??

*Para quem não sabe, a 25 de Março é uma rua no centro de São Paulo em que se pode comprar todo e qualquer tipo de bugiganga a precinhos Made In China. É famosa por ser o melhor lugar para se achar aviamentos, bijoux, coisas para festas infantis e fantasias em geral.

Dedicatória: Para todas as mães que sempre esquecem de carregar as baterias de cameras digitais e filmadoras. Só nesta Festa Junina, que eu conheça, foram 4 sem me incluir. A gente sempre paga esse mico uma vez na vida, não?

fofices do design: food face dinner plate

Você já tentou de tudo para fazer Zé Colméia experimentar uma ervilha sem sucesso? Não desista ainda. Ele não vai resistir a comer o chapéu do moço no prato! Ou os ovos fatiados como olhos... No site Perpetual Kids, entre tantas coisas bacanas, tem esses pratos de cerâmica que podem ser decorados com alimentos, do jeito que você e o Zé Colméia quiserem.
Lembra quando sua mãe não deixava você brincar com a comida? Ahh, se ela visse o neto agora...

segunda-feira, 15 de junho de 2009

elas podem mas não querem

Quem diria Fofoquinha teve a quem puxar no final das contas....hoje vim aqui fazer, ora pois, fofoca. 
Olha só a conversa que tive com uma amiga outro dia:
-Sabia que Fulana, minha prima, separou?
- Não tinha a menor idéia. O casamento andava mal?-perguntei.
-Andava. Ele queria ter filhos e Fulana resolveu que não queria. Parece que isso afundou a relação deles.
-Mas ela tem algum problema de saúde, alguma dificuldade?-continuei a puxar o assunto...ah, a curiosidade feminina...
-Não, está tudo bem. Ela só não quer estragar o corpo.
-Me diz uma coisa, quantos anos ela tem, mesmo?
-Está perto dos 40, se não me engano.

Sabe, já ouvi variações dessa mesma história algumas vezes. Demorou, mas por fim essa pataquada conseguiu me irritar. 
Está certo, sou mulher. A vaidade e nós mulheres temos uma relação das mais íntimas, e a não ser algumas vezes que saio de casa e a esqueço em cima da penteadeira, ela sempre me acompanha. Aonde quer que eu vá. Andamos brigadas  por algum tempo-acho que foi alguma coisa que disse a ela quando Fofoquinha e depois Matraca-Trica nasceram, mas vai saber. Acho mesmo é que foi ciúme dela- mas depois que percebi no que estava me tornando (aqui) e como sentia a falta dela, fiz as pazes e hoje estamos de bem. 
Posso discordar, mas aceito o ponto de vista de mulheres que não querem ter filhos com medo de estragar o corpo. Quando elas tem 20 ou 30 anos. Francamente, por quanto tempo uma mulher beirando os 40 anos acha que vai conseguir manter o corpinho de gazelle? A lei da natureza é cruel, e por mais que a gente tente, tudo cai. Tudo aumenta, até em lugares em que a gente não imaginava que tinha células de gordura. Em 10 anos não vai ter mais como segurar a barra. Pergunto: vale a pena? Acho que nunca vou saber. 

bom conselho nunca é demais


Se você tem meninas, o blog de Jaime Morrison Curtis é para você. Desde que sua filha nasceu, ela começou a fazer uma lista de conselhos para ela em uma página do blogspot. Bem humorado, delicado...e  o mais importante; inteligente, os conselhos do (respire fundo porque o nome é comprido) 500 Pieces of Prudent Advice for my Baby Daughter são também para nós- afinal, já enfiamos o pé na jaca uma vez ou outra. Jaime não é egocêntrica e aceita sugestões da gente em seu blog. Do jeito que a coisa vai, ela chega nos 500 antes de sua filha completar 3 anos! Acho que vou sugerir mudar o nome para 2500 pieces of advice...

quinta-feira, 11 de junho de 2009

fofices do design: la maison des petits




La Maison des Petits é um espaço público para crianças de todas as idades criado dentro do Arts Centre 104 Centquatre, em Paris. As crianças tem total liberdade para expressar sua criatividade nesse espaço separado em pequenos ambientes em forma de cogumelos. La Maison des Petits foi projetada por Matali Crasset e a idéia é que a Maison seja maleável: os painéis são articulados e podem virar assentos, escadas, estantes, prateleiras ou defletores de luz e som. Anote no seu caderno de viagem para a próxima vez que for com crianças-especialmente se estiver frio-para Paris.

terça-feira, 9 de junho de 2009

curta-o que a raiva faz com a gente

Existe uma linha fina e delicada na harmonia entre pais e filhos. Quando uma das partes cruza essa linha, escorrega e leva um tombo. Quem levou o tombo desta vez, só para variar um pouco, fui eu. E foi de tanto rir.  
Já mencionei aqui como palavras de baixo calão não são admitidas em casa, ou melhor não eram, até pouco tempo. Depois do que vou contar, abri algumas excessões para as palavras para nós adultos até inocentes como "bobo", "chato" e "feio". Cheguei a conclusão de que  Fofoquinha e Matraca-Trica precisam de uma válvula de escape para se expressar quando estão muito, muito zangados. Se nós não fornecemos uma, eles aprendem, sem precisar de muitas aulas, a maravilha que é o sarcasmo. E eu ainda não estava preparada para isso.
Matraca-Trica fez uma malcriação qualquer outro dia e como cereja do sunday machucou Fofoquinha. Coloquei-o de castigo. Ele ficou furioso. Colérico. Ainda por cima queria ir para o cantinho do castigo com o carrinho que estava brincando. Fiz o moleque me dar o carrinho. Ele, tadico, estava se controlando, no meio de sua fúria, para não falar nenhum palavrão.
-Sua...sua...SUA!
Por fim achou a palavra certa, e berrou, muitíssimo bravo, com toda a força de suas cordas vocais:
-Sua LIIINDA!

quarta-feira, 3 de junho de 2009

fofices do design: vila carton

Da iniciativa de dois designers holandeses nasceu a Vila Carton. O nome já entrega do que se trata, né? Não vou abrir minha boca sobre os produtos feitos em papelão. Não vou. Nem insista. Vocês já cansaram de ler sobre o assunto, eu estaria me repetindo-por mais que ache o máximo-e iríamos ficar todos emburrados. Se vocês quiserem ver a linha (bacanérrima) deles vá até o site.
Mas não deu para deixar passar essas fantasias, de tamanho único de 3 a 8 anos de cavaleiro e princesa. São feitas de 100% algodão e você pinta se quiser e como quiser, pois vem somente com as margens em preto. Esse é um brinquedo de longa duração, se você pensar bem: primeiro deixe sua cria se divertir com a fantasia em branco e preto. Quando ela enjoar, abra o kit "tintas para tecido" em um dia de chuva. Diversão antes, durante e depois de pintada!