sexta-feira, 16 de julho de 2010

l'atelier des enfants



O Centre Pompidou em Paris acabou de inaugurar seu novo atelier para crianças. O pai desse espaço é Mathieu Lehanneur, que se inspirou em pistas de skate para criar esse parque para pequenos artistas entre 2 e 12 anos. São 3 ambientes para as diferentes idades experimentarem uma infinidade de técnicas para pintar o sete. Em agosto abre a segunda área criada por Lehanneur destinada aos pequenos, o Ado.
O Atelier des Enfants é gratuito. Basta chegar, por a mão na massa ou na tinta e se divertir de montão.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

fofices do design: ubabub

Continuando a pagar a língua pelas minhas palavras de quem tinha a ilusão de que ia desligar o computador por alguns dias, aqui vai mais uma fofice irresistível. Culpa da chuva por nos deixar entre 4 paredes, entre colorir revistinhas de atividades e atacar a cozinha, não resisto ao passeio virtual mesmo que por um pouco, só para alimentar minha compulsão a beira de ser classificada como doença de ordem psicológica por design. Pelo visto esse vai ser eleito o mês das Fofices do Design.
Esses berços são o fruto de...hum, adivinha se não são mães frustradas? Desta vez australianas. E já que até aqui não teve nenhuma surpresa não vou iludir ninguém com um final inesperado. Sim, os berços da Ubabub são aquele tipinho de coisa que eu gosto: bonitos e conversíveis. 
Volto depois que meus ajudantes mirins terminarem de enfiar o espagetti cru nas rodelas de salsicha.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

fofices do design: timbur


Só porque eu escrevi que iria postar em ritmo de férias, aparece um monte de coisas legais para mostrar que eu não consigo resistir.
Essa belezura chamada Timbur que parece uma jóia é, na verdade, um chocalho, feito de materiais sustentáveis, acabamento não tóxico e recheado com sementes.
Agora dá licença que eu vou voltar para a areia.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

auditorium toy co


O Boattail Racer é feito para ser passado de pai para filho. É fruto de Brad Denboer, que abriu a Auditorium Toy Co. somente para montar os carrinhos que tanto sonhou até a idade adulta e nunca achou.
O carrinho é feito com materiais que levarão muuito tempo para desgastar-se e apesar de não parecer, foi feito para brincar, sim senhor.
Adorei o detalhe do certificado de autenticidade que tem uma lista para colocar o nome da criança e data que o carrinho foi presenteado, com vários espaços para muitas gerações.




fofices do design: niniwalker


Arre! Uma solução inteligente para nossas costas que ficam em frangalhos quando ensinamos os pequenos a andar. 
Os espanhóis levaram a taça da Copa e deveriam levar outra em especial para o pai, espanhol, que inventou do Niniwalker. Suas costas não aguentaram o sistema de aprendizado tradicional e ele resolveu criar uma solução mais adequada para ambos, pai e filha. Acho que ele foi muito bem sucedido.


quinta-feira, 8 de julho de 2010

edesk



Apresento a eDesk
Ela foi criada para ajudar com a educação em países em desenvolvimento ou áreas que sofreram algum tipo de desastre. Seu design é uma open source, isto é, basta ir ao website e fazer o download da planta se alguma organização de ajuda humanitária quiser fabricá-la na área aonde atua. Apesar de ser construída com material reciclado, é durável e tem 3 tamanhos diferentes, indo de 0 a 15 anos. O transporte é fácil e barato pois ela é um painel que pode ser montado sem sequer uso de pregos.

domingo, 4 de julho de 2010

pais unplugged


Você não fica com ciúmes, sentida, rejeitada e com um enorme desejo de atirar o blackberry, IPod, IPad ou computador da sua cara metade janela afora quando ele não dá a menor atenção ao que você tem a dizer, quando ele/ela fica olhando se recebeu email a cada 4 minutos e retornando mensagens?
Em mais um caso de "como ninguém pensou nisso antes", li hoje uma pesquisa sobre como o uso constante de tecnologia por pais está influenciando os filhos negativamente, segundo uma matéria do NY Times entitulada The Risks of Parenting While Plugged In. Dããã, pensei comigo mesma. Se eu fico incomodada quando isso acontece comigo, imagine uma criança. Duas vezes dããã porque acontece aqui em casa e eu não estava vendo o problema sob essa perspectiva.
A matéria começa com um exemplo bem comum: uma criança de 2 anos e meio tenta chamar a atenção da mãe em um elevador, e ela estava texting sem dar a menor bola para filho, dizendo apenas "Só mais um minuto, só mais um minuto". O menino, depois de tanto chamar pela mãe fica tão frustrado que tenta morder a perna dela.
Um dos argumentos usados é que pais se sentem pressionados a dividir o tempo entre trabalho e família e isso é uma dura realidade para todos, mas por outro lado, quando os pais estão com seus filhos, devem dar atenção à eles e só a eles.  It sort of comes back to quality time, and distracted time is not high-quality time, whether parents are checking the newspaper or their BlackBerry,” diz Frederick J. Zimmerman, professor da University of California em Los Angeles. Sabemos que ele está certo, que simplesmente estar de corpo presente em companhia do filho não quer dizer grande coisa. É preciso estar de corpo e alma. 

sábado, 3 de julho de 2010

tokyo baby cafe


Isso mesmo. O título do post, que é também o nome do lugar, já diz tudo. Um café somente para pais, gestantes e crianças até 7 anos em Omotesando, Toquio. 
O Tokyo Baby Cafe tem 2 salas reservadas para festas, atividades para os pequenos, trocador e sala de amamentação, brinquedos, biblioteca e, se não estou enganada, uma loja também. Não leio japonês, portanto fui adivinhando conforme olhava o blog do espaço. A última imagem é minha favorita. Andei metade de Toquio, certa vez, durante uma tarde toda para comprar uma coleção de Ultra Man e Ultra Seven. E olha que nem filho ainda tinha!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

dia primeiro é amanhã


Amanhã começa. Tem mãe se preparando faz algum tempo: ligando para outras mães dos amiguinhos dos filhos para combinar rodízios, coordenando agenda de atividades sociais, comprando lanche suficiente para durar até novembro e olhando revistas e jornais  em busca de entretenimento. As mais sortudas fazem as malas e se mandam, crias em baixo das asas.
O espírito do ócio infantil já contaminou as famílias, (a ausência d)o trânsito, clubes, parques, praias e casas de veraneio (bom, nesta estação eu diria de inverneio).
A partir de amanhã, quem não pode tirar férias vai ter jornada dupla de adaptar a rotina às atividades especiais de férias. Serão os 30 dias mais longos do ano, os mais cansativos e os mais caros.
E o que isso tem a ver com as imagens da Caravanolic? Se não for por um profundo desejo de estar em um RV (trailer) desses, de vacaciones passeando de cidadela em cidadela pela península ibérica, NADA.  Eu precisava de uma desculpa para colocar a companhia espanhola aqui no blog. Quando me deparei com os projetos para RV foi muito, muito difícil resistir. 
Meus sinceros votos de paciência, bom humor e força de vontade para todos em julho. Aproveitem para curtir um pouco suas crias, joguem-se de cabeça nos programas e participem da vida deles o máximo que puderem. Outra oportunidade dessas só vai rolar no final do ano.



segunda-feira, 28 de junho de 2010

Carve- parque infantil van campenvaart


Sou fã de carteirinha da Carve. Quando eu crescer quero trabalhar lá, nem que seja para atender telefone. Sirvo um cafezinho bem brasileiro para ninguém botar defeito também.
Já falei sobre a companhia holandesa aqui e pelo visto não vou parar de falar dela tão cedo. Só para lembrar, Carve é especializada em espaços públicos para crianças.
O parque Van Campenvaart em Hague é o último projeto até agora assinado pela Carve. Ele foi criado para atender crianças deficientes...ou não necessariamente. É feito de amplas rampas que se encontram e desencontram, com muitas texturas, nichos e cores fortes. Todas as crianças podem interagir e se divertir juntas...ou não. É um lugar com múltiplas escolhas. Pena que as fotos não fazem jus ao lugar. Em seu site dá para ver com mais detalhes, passa lá.

fofices do design: origami


O nome desse carrinho não poderia ser mais apropriado. Trata-se de uma dobradura sem sombra de dúvida. 
Que carrinhos tem que ser compactados não é novidade nenhuma. Agora,  dobrar-se sozinho com o toque de um botão é. Como ninguém pensou nisso antes? 
Por incrível que pareça, a 4Moms (que na verdade são 5 mães e não 4) é a pioneira em incluir tecnologia em itens de uso doméstico, como no Origami.
Passa no site deles para ver o vídeo demonstrativo, vale a pena.

fitzroy high school


Vou começar a contar sobre a Fitzroy High School por um detalhe: é uma escola pública em Melbourne, Australia. Pública, tá? Ela fechou no começo dos anos 90 mas a pressão por parte dos pais foi tanta que reabriu em 2004. Em 2009 as crianças maiores ganharam a nova estrutura para se dedicar aos estudos. 
A Fitzroy ficou famosa por criar uma metodologia de ensino diferente da vigente na Austrália, uma linha pedagógica que promove o team teaching, isto é, ensino por colaborações e projetos, voltado às artes.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

okido

A cada 2 ou 3 meses a revista Okido (Oh! Kid! Oh!) chega às bancas européias. Uma gracinha de revista para pais que não aguentam olhar para mais uma revistinha de Dora, The Explorer.
Idealizada por Sophie Davois, Edmund Fung e Rachel Ortas- que faz um trabalho bacanérrimo (vai ver em seu site), Okido é uma revista sobre ciências e arte para crianças entre 2 e 7 anos.
A assinatura custa 30 libras -a revista é inglesa- para entrega no mundo todo. Ou como diria Matraca-Trica, entrega até no espaço sideral.

não sei se vai dar hoje

Tem muita coisa que a gente não comenta fora de círculos pequenos e exclusivos das pessoas próximas de nós. Alguns assuntos sempre aparecem velados, em meias palavras para bom entendedor ou são intencionalmente ignorados. Dinheiro é um deles, quando está faltando.
Gente grande contorna (ou não) a situação da maneira que acha mais apropriada entre eles, mas com nossos filhos só dá para ir até um certo ponto. 
Mascarar a situação financeira provisória é a opção feita por 9 entre 10 adultos. As justificativas são sempre as mesmas: eles são muito pequenos, eles ainda não entendem, não queremos que ele fale por aí sem querer, não posso decepcionar meu filho. Essa última é a única desculpa real e que todos nós sentimos onde dói mais, no coração. Dinheiro, por mais vil que possa ser, tem grande participação nessa equação tão complicada que é o relacionamento entre pais, filhos e culpa.
É uma fase e vai passar, a vida é cheia delas, mas enquanto não passa como explicar para o Batfino que ele não vai ao acampamento por que agora não dá, enquanto todos os amigos vão? O peso da culpa é o mesmo seja lá  uma decisão mais séria como Batfino ter que mudar de escola ou negar a compra daquele carrinho que ele pediu. 
Sou da opinião que desde tititicos, as crianças tem que saber, até onde eles podem entender, o que está acontecendo. Desde pequenos Matraca-Trica e Fofoquinha ouvem "Não posso agora, Mamãe não tem dinheiro." Isso ajuda a colocar as coisas em perspectiva para mim e para eles.
Até outro dia quando Fofoquinha, ao chegar em casa, abriu a mochila, tirou dois pacotinhos de lanche e me entregou. Perguntei onde ela tinha pego aquilo e ela respondeu:
-Eu trouxe lá da escola mamãe, assim você não precisa gastar dinheiro com nosso lanche.
Hora ter outra conversa com ela...

segunda-feira, 21 de junho de 2010

fofices do design:calafant toys


Era uma vez um cartunista chamado Boris Schimanski, que morava na Alemanha. O pobre homem precisava trabalhar para alimentar sua família. Para isso precisava manter seus filhos ocupados e distraídos enquanto ele tentava cumprir deadlines importantes. Desenhou um castelo em cartolina e entregou nas mãos inocentes das crianças, que ficaram entretidos horas a fio, mesmo depois do papai ter terminado seu projeto tão importante.
Assim nasceu, sem ajuda de nenhuma fada madrinha, a Calafant Toys. Além de montar os próprios brinquedos, as crianças decoram do jeito que elas quiserem. existem produtos com 3 níveis de dificuldade, para todas as idades.
Com isso todos viveram felizes para sempre.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

fofices do design: emerson dollhouse


Eu iria querer uma casinhas de boneca dessas. Se eu iria deixar Fofoquinha brincar com ela, ahhh, isso já é outra história.
A Emerson dollhouse vai ser fabricada pela Brinca Dada. Achei duvidoso o jeito que a casinha foi descrita, como se fosse uma casa real à venda. Coisa do arquiteto dono da empresa, com certeza. Apesar da minha humilde opinião, veja os detalhes do imóvel, dignos de Casa Cor: ela vem com luz LED e painel solar, 2 lareiras e tem 6 cômodos. E a mobília com flat screen TV, que tal?
Eu honestamente não vejo a Barbie Butterfly vivendo nela...


paper glitter


O dia está bom para passear no Etsy. Não demorou 2 cliques para eu achar uma coisa fofa para mostrar.
A lojinha da Linnette que mora em Miami, Paper Glitter, me chamou a atenção primeiro porque o que ela faz é bacanérrimo, depois porque o que ela tem para vender na verdade são os PDFs  das artes. Custa merreca e você imprime na sua casa com o papel que quiser.
Ela é tão legal que em seu blog existem várias artes que você pode baixar de graça, além de saber das novidades do que ela anda aprontando, pois das 9 as 18 horas ela é uma toy designer.

fofices do design: dot baby


A companhia belga Dot Baby acabou de colocar no mercado um produto daqueles que eu amo: funcional, prático, bonito e que tem várias funções e cores.
O penico é um 3 em 1: serve, antes de mais nada, para fazer xixi e cocô. Mais tarde pode ser separado em adaptador de assento para o vaso sanitário e banquinho, para a cria ficar da altura da pia.
Vai direto ao ponto.

ser mãe é....fazer pequenas barbaridades por amor

Seja lá qual fosse o mal que afligisse a mim ou minha irmã, nosso remédio era sempre chá de erva doce. Tosse, bronquite, rouquidão? Vírus estomacal, vômito, diarréia? Arranhões, cortes, galos ou contusões? Não se aflijam meninas, tomem um chá de erva doce que tudo vai passar, dizia minha mãe. Daqui a pouco vocês vão se sentir melhor. 
Toda mãe tem um remedinho para horas de pouca aflição e conforto das crias em desepero, com certeza a sua também tinha. Qual era?
O meu é resultado de pura preguiça. O enfermo vai passar a noite na cama da Mamãe. Assim simples. Acontece que tenho sono mais leve do que uma pluma. Cada tosse, espirro ou reviravolta na cama, mesmo sendo no quarto de Fofoquinha e Matraca-Trica, me acorda. Arrancada dos braços de Morfeu, fico encaraminholando se a criatura piorou, descobriu-se, perdeu a meia etc. Eu então tenho que levantar dos meus lençóis quentinhos, andar até o quarto deles, ver o que está acontecendo e voltar para minha cama. Me ajeitar, cobrir e torcer para dormir logo, coisa que nunca acontece. Quando o enfermo está ao meu lado, só preciso me virar para ver a temperatura ou dar xarope. 
Ainda tem o agravante de Matraca-Trica ser menino. Pois é, foi quem eu tive que buscar no meio da aula por que estava com 40 graus de febre. Existe uma falta de dignidade no cromossomo Y que faz com o sexo masculino comportar-se como se o mundo fosse acabar se o nariz escorre. Deve ser alguma proteína ainda não identificada pelos cientistas que produz esse comportamento infantil com sensação de abandono em caso de ataque de qualquer bactéria ou vírus. 
Não se enganem, o sofrimento é, para eles, verdadeiro. Eles realmente acreditam que vão perecer abandonados à própria sorte. Coisa intrigante, pois com o passar dos tempos não desenvolveram a capacidade de ter o mesmo sentimento perante guerras, ataques e assaltos armados. E olha que isso vem de desde antes de começarmos a andar eretos. 
O cromossomo Y me fascina em vários campos, especialmente os que não fazem nenhum sentido lógico. O que a natureza quer dizer com isso? De qual a parte na evolução da humanidade esse comportamento faz parte? Essa dor toda que o sexo masculino sente vem de onde?
Pausa.
Acabei de reler o texto. Aparentemente comecei a falar de um assunto e terminei em outro. Vocês já devem ter se acostumado, né? Um dia desses eu espero amarrar os dois com conclusões distintas, mas agora tenho que ir pois Matraca-Trica está, literalmente, sentado no chão frio, derrubado com febre, agarrado em minha perna enquanto escrevo, para chamar minha atenção.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

fofices do design: piggy


Ensinar nossos filhos e economizar é parte obrigatória da educação. Os cofrinhos de porquinho, então, são, mais do que clássicos, uma tradição. Passados de pais para filhos desde de sabe-se lá quanto tempo, é uma memória gostosa que todos nós temos de nossa infância.
Apareceu no mercado um porquinho que vai além de seu propósito, coisa que eu achava difícil de acontecer. 
Quando a criança abre a caixa de presente da Piggy, encontra a Momma Pig e o Baby Pig, feitos de cerâmica. Seus pais então vão ensiná-la adividir suas moedas, um pouco na Momma Pig para seu uso pessoal e a outra parte no Baby Pig, para ser doado aos necessitados.
Todos nós precisamos aprender a fazer caridade, desde cedo.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

ordem e progresso


Quase ordem. Até agora nenhum progresso. 
Hoje eu achei que ia comemorar. Acordei animada, até olhar o jornal e ver que a lei do Contran para regularizar o uso de bebê conforto, cadeirnhas e assentos de elevação para transportar crianças em carros foi adiada até setembro. Isso porque só agora os pais saíram correndo para comprar um assento para seus filhos e não há estoque suficiente para atender a demanda. Só agora eles foram comprar. Só porque é lei e vai custar no bolso.
Já escrevi um post aqui bem malcriado sobre a falta de responsabilidade dessas pessoas para com a vida humana. Isso sem falar no outro sobre crianças em motos, coisa que me dá um nó na garganta até hoje. 
O que me deixou mais boquiaberta do que esses acontecimentos- o Contran levar 1 ano e meio para anunciar as novas regras, os pais relapsos e o adiamento inevitável por razões que a própria razão desconhece- é que tem neguinho mandando carta para jornal indignado, achando que "esse pessoal vive de criar regras" e mal humoradíssimo por essa lei "criar um tal de cadeirinha prá cá, cadeirinha prá lá".
Imagine, segundo o Sr. Roberto Semaneiro, autor da cartinha, que absurdo é a exigência de se obrigar o uso de cadeirinha mesmo para carona. Sei não, mas quando estou com filhos dos outros, normalmente meu cuidado é maior do que com meus filhos. Imagine a situação: meus filhos em seus assentos e Babalu, o amiguinho, solto no banco de trás. Acontece um acidente, todo mundo está bem, menos Babalu. O que você diz para os pais desse menino? Desculpe, ele é o carona, portanto tem que arcar com as consequências? Desculpe, mas sabe como é, não é meu filho portanto me importo menos com ele? Fala sério!
O Sr. Semaneiro termina acrescentando, brilhantemente, "Às vezes, o simples bom senso resolveria muita coisa".
Concordo em gênero, número e grau. Pena que bom senso, nesse país, só vem acompanhado pela obrigatoriedade de uma lei.

terça-feira, 8 de junho de 2010

mike rivamonte


Além de casinhas de boneca estou descobrindo uma nova obsessão: robôs, especialmente esses com cara de mid century. O americano Mike Rivamonte faz esculturas de robôs reciclando partes de qualquer coisa que ele ache interessante, cacarecos que ele compra na Europa, Canada e USA. Algumas dessas peças tem mais de 100 anos.
Espere mais posts sobre robôs, tem muita coisa legal para mostrar para vocês!