sexta-feira, 15 de abril de 2011

timbuktu









Para começar, adoooooooooro o nome! Toda vez que leio me lembro do mordomo dos Aristogatos.
Timbuktu é a primeira revista infantil feita para IPads. Não consegui descobrir a periodicidade da revista, só que ela tem colaboradores dos mais variados cantos do mundo: Milão, Berlin, San Francisco, Barcelona e New Delhi, por exemplo.
Para variar, acho que não reduzi o vídeo direito para caber neste formato e não ficar deformado, então passa no Youtube para ver que é melhor, tá?
Timbuktu está à venda na Apple Store

quinta-feira, 14 de abril de 2011

tal mãe, tal filha


Ivan Pavlov foi um cientista russo que ficou conhecido pela pesquisa do papel do condicionamento na psicologia do comportamento, o reflexo condicionado. O babado dos cachorros salivantes, ou do tratamento de Alex DeLarge em "A Laranja Mecânica", que consistia em presenciar formas extremas de violência sob a influência de um novo soro, e ver um filme muito violento atrás do outro para que associasse as ações violentas com a dor que estas lhe provocavam. Sabe qual é, né?
Onde estou indo com tudo isso? Aproveite esse momento de conhecimento geral porque quando acabar de ler este post e ligar lé com cré, vai querer me acompanhar em um grito de desamparo e profundo desespero:

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH.

Quando era pequena eu e minha irmã fazíamos o que todas as crianças fazem. A resposta de minha mãe dependia do humor, paciência e boa vontade dela. Ou falta deles. Sua reação física, seus trejeitos, como ela lidava com a frustração de não conseguir controlar duas meninas sem cinto de segurança se matando e berrando no banco de trás de seu fusca azul calcinha placa AA0845 dia sim dia sim foi ficando gravado nas nossas memórias. Quando a gente cresce, a gente faz promessas para si mesma de que jamais fará certas coisas como nossas mães faziam. Aquelas que ela fazia a todo momento porque nós éramos umas pestes selvagens. Coisas que na adolescência nos irritava e a gente  odiava e criticava na cara dela. A gente presenciou a cena tantas, tantas vezes, que elas fazem parte de quem somos hoje.
Um dia me pego na mesma situação que ela, agora com Matraca-Trica e Fofoquinha e, em um reflexo condicionado que nem percebi das primeiras vezes que aconteceu, reagi como ela costumava reagir. Os mesmos trejeitos de agressividade passiva, os tiques, o humor. Toda essa reposta em reação ao nosso comportamento que estava dormente de repente veio à tona, fora de controle. Fora de controle sim, porque não consigo parar!!
Eu virei a minha mãe.

 AAAAAAAAAAAHHHHH.

Pavlov deve estar muito orgulhoso de seu trabalho.

susan kae grant





Esbarrei no trabalho de Susan Kae Grant por acaso. Um feliz acaso. A série Night Journey é isso mesmo o que diz o título: leva nosso imaginário em incríveis viagens de nossa infância. 

quarta-feira, 13 de abril de 2011

jardim de infância em tel aviv





Este jardim de infância fica em Israel e tem como inspiração os arredores, onde existe uma fazenda de treinamento de agricultura.

terça-feira, 12 de abril de 2011

fofices do design: bonecos de pano mimi kirchner







Eu sei, vocês já notaram que eu faço posts sobre variações sobre o mesmo tema. Eu ju-ro que não é de propósito, esses trends acontecem sem eu perceber e vejo imagens e mais imagens de trabalhos bárbaros que não dá para deixar passar.
Bonecos de panos são um deles. Adorei o tema, esse circo vitoriano com personagens tatuados e lenhadores me fez sorrir. Não bastasse isso, os bonecos de Mimi Kirchner são feitos de cashmere, angora, e cortes de tecido vintage que a mãe dela colecionava.
A lojinha dela no Etsy é aqui. Prepare a carteira porque o preço é salgado.

fofices do design: stacking throne



Saiu do forno agorinha, ainda está quente. Acabou de ser apresentada no Salone del Mobile Milan 2011 o Stacking Throne do designer Laurens Van Wieringen, nascido, criado e morador dos Países Baixos.
Conforme a criança vai crescendo, os assentos de espuma são retirados e podem ser usados como brinquedos ou estante.

domingo, 10 de abril de 2011

fofices do design: daskaninchen





Contagiada pelo clima este ano. bobeou sou capaz de achar algum link com um bacalhau artístico ou ovos de galinha (ops, esse eu já achei e postei) para mostrar para vocês. Ha. Ha.
Esses coelhos fofos são da Daskaninchen no Etsy.

sábado, 9 de abril de 2011

ashley goldberg








A Ashley mora em Portland, Ohio, nos Estados Unidos. Eu amo a cartela de cores que ela usa em suas ilustrações à venda em sua lojinha do Etsy.

entrando no clima




Eu normalmente evito ocasiões festivas aqui no blog, mas este ano meu lado Martha Stewart anda meio latente depois que resolvi fazer ovos de Páscoa -os de verdade, tingidos com corantes naturais- para Fofoquinha e Matraca-Trica darem de presente para as professoras já que sou contra presentes de loja, como vocês viram por aqui.
Tô começando a entrar no clima e a ficar inspirada com tanta coisa bacana que ando vendo em minhas pesquisas...

sexta-feira, 8 de abril de 2011

estômago embrulhado





Eu não vomito. Nem em caso de profunda infecção alimentar onde é melhor mesmo colocar tudo para fora e melhorar. Não tenho estômago para vômitos, nem meus nem de outros.
Assim como acostumamos nosso sistema digestivo a aceitar carne, feijão e pimentas, acostumamos nosso estômago a passar pelo parto, onde coisas absolutamente desagradáveis, como evacuar na frente de seu marido, obstetra, enfermeiras e residentes, acontecem. Mais tarde, em casa, acostumamos nosso estômago a lidar com cocô de bebê. Explosões que temos que limpar e nos consolamos porque sabemos que 1º não temos escolha, 2º é para o bem e conforto de nosso maior bem. Regurgitos são o próximo teste e se você não precisou de um Maalox para lidar com tudo isso, vem os vômitos. Limpar vômito espalhado pelo quarto as 3 da manhã acontece. No meu caso acontecia com frequência, Matraca-Trica por algum motivo vomitou muito durante uns 2 anos. Sempre achei que era castigo só porque não tinha estômago para lidar com a situação. Mas meu estômago deixou de ficar embrulhado depois de algumas vezes. Acostumei, assim como sangue, o primeiro ponto, as batidas , espinhos e arranhões. A gente faz isso tudo porque sabe que não tem importância perto do bem estar de nossas crias.
Para catástrofes naturais e qualquer tipo de violência contra seres vivos (flora e fauna), especialmente as aleatórias e estúpidas contra crianças, meu estômago nunca está preparado. Embrulha, tenho vontade de vomitar- veja você a ironia. Me falta ar, me sobram lágrimas, me faltam palavras para tantos sentimentos aflorando juntos. 
Absolutamente nada nesse mundo vai consolar mães que perderam seus filhos. Elas vão limpar suas feridas, com estômago embrulhado, para nada. Para o vazio de suas almas. 

terça-feira, 5 de abril de 2011

fofices do design: jimbob art






James Ward é um ilustrador inglês que faz pratos pintados pacientemente à mão- ele não usa transfer. 
Quem vai querer pratinhos de plástico das Princesas depois de ver uma coisa fofa dessas? Imagine o que dá para brincar na hora das refeições com as crianças, as histórias que dá para inventar, certo Monsieur Mangetout?
A lojinha dele no Etsy é aqui.

samantha everton









A fotógrafa australiana Samantha Everton é uma artista plástica. Uma documentarista. É premiada. Precisa mais? 
Childhood Fears e Vintage Dolls são duas séries fascinantes com um quê surreal (sua assinatura) e a primeira dá vontade de me enfiar debaixo da cama de medo  até sendo gente grande.

domingo, 3 de abril de 2011

fofices do design: momma



Apaixonei. Pura e simplesmente. Os produtos para bebês da marca Mooma, uma companhia suíça com criação na Itália, são bonitos, ergonômicos, práticos e bonitos.
Deu para sacar por esse novo design para copinho (sippy cup)?
Pera aí, eu falei bonito duas vezes? Pensando bem acho que escrevi pouco, o que eu quis dizer foi: bonitos, ergonômicos, bonitos, práticos e bonitos.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

vogue kids


Já para as bancas, saiu a Vogue Kids que Mamãe teve o prazer de colaborar mais uma vez. A Daniela Falcão e a Silvana Holzmeister tiveram um trabalhão em coordenar tantas mães e tantas opiniões diferentes sobre a vida, e o resultado ficou bárbaro. Obrigada pela paciência, garotas!