segunda-feira, 13 de junho de 2011

juan pablo cambariere









O Juan Pablo Cambariere não esquenta cadeira. Ele  é um designer gráfico beeeem conhecido em sua terra natal, Argentina, por suas capas de CD e livros. Entre exposições, fotos e trabalho, ele cria marionetes de madeira. 

Juan Pablo Cambariere never sleeps. He is a well known graphic designer in his hometown Buenos Aires, Argentina, for his book and CD covers. He also creates wood puppets in his spare time.

hora extra: the book shop




A Book Shop da Bia Madureira faz uma série de produtos personalizados. Seus fotolivros são incríveis, assim como os baralhos, sacolas e necessaires, pufes e quilts entre tantas coisas legais.
Tem coisa mais gostosa do que fazer fotolivro de gravidez e do bebê? A Bia atende todos com muita simpatia e traduz exatamente o que você imaginou para ficar com sua cara.
Se você quiser falar com ela, o email é bia@thebookstore.com.br 

Obs: eu coloquei só as imagens em preto e branco porque é o que combina com o blog. Vocês sabem como eu sou, né? Ela trabalha com fotos coloridas também, evidentemente.

sábado, 11 de junho de 2011

festas juninas


Não existe modo educado, gentil ou sem criar controvérsias para o que eu vou dizer. Acho melhor tirar do meu sistema e aguentar o rojão. 
Lá vai:
Eu ODEIO festas juninas. 
#Prontofalei.
Já me sinto melhor, obrigada. Podem fazer seus comentários e me linchar como se fosse a Geni.
Porque essa emoção toda para tão pouca coisa? Vou te contar.
O primeiro e mais importante motivo: não gosto, mas não gosto mesmo de nada sertanejo, country, forró ou equivalências do tema (será que dá para perceber isso pelo blog?). Adoro uma fazenda, gosto mais ainda de um cabloquinho gostoso (se o caboclinho gostoso estiver me servindo um caboclinho gostoso então nem se fala!), mas na solidão visual pura que a natureza oferece.
O que me faz gostar ainda menos: a obrigação de presenciar minhas crias, devidamente adestradas, fazendo uma dancinha capenga. 
A parte da fantasia até que não me incomoda tanto, até me divirto maquiando e vestindo Fofoquinha e Matraca-Trica, ano passado fiz o vestido de Fofoquinha do zero. Uma hora e meia de preparação, muitas fotos para a posteridade (ou vocês acham que eu ia perder a chance de mostrar essas imagens para os futuros namorados e matá-los de vergonha daqui alguns anos??) para 10 minutos de show.
A parte entre o sair de casa e o abrir a porta dela na volta também não ajuda nada. Perto da escola já começa o trânsito, a perrenha para estacionar, as discussões por causa de vagas com pais estressados e que deixaram a civilidade em casa e a correria porque, lógico, tudo isso atrasou as crianças e elas tinham que estar na concentração vinte minutos atrás. 
Achar, depois de entregar a cria para a professora, lugar para se acomodar entre lugares "reservados" (notaram as aspas?), bolsas e crianças menores e avós e tios e babás, transitando no meio do que eu chamo de Ladeira Porto Geral em véspera de Natal, só para ter vários adultos em pé na sua frente lutando por um bom ângulo para fotografar o filho. 
Lógico que quando chega a vez de Fofoquinha ou Matraca-Trica se apresentarem, estou sempre do lado oposto onde eles estão, e não há zoom na face da terra que me permita tirar uma foto em que dê para saber quem é quem. Vagamente. Já ficaria satisfeita se desse para, pelo menos, reconhecer a cor da roupa. Isso quando consigo assistir alguma coisa, tantos são os pais amontoados fotografando e filmando o evento. Não que eu não faça a mesma coisa.
Para quem gosta de muvuca, filas para tudo, prendas Made in China que quebram só com um olhar mais severo, comida de péssima qualidade e música de gosto prá lá de duvidoso (na minha singela e pessoal opinião, não tenho nada contra), festa junina é um prato cheio. 
Francamente (dá para ser ainda mais franca?), não vejo a hora de passar essa bola adiante e me fingir de morta em uma rede de uma fazenda bem longe da civilização.
Agora você vai me dizer: mas as crianças amam, se divertem de montão. Concordo e não discuto. Elas acham super bacana mesmo.
E porque você acha que, entra ano sai ano, eu pago esse mico?

the information blanket



A falta de informação em países subdesenvolvidos é um dos grandes motivos da alta mortalidade infantil.  O Information Blanket foi desenvolvido para, além de proteger o bebê, levar informações aos pais, mesmo que eles sejam analfabetos. No cobertorzinho tem informação sobre aleitamento materno, tabela de crescimento, vacinas e quais são sinais de possíveis doenças- muitas mães não sabem quando seus bebês estão com febre.
O Information Blanket foi lançado em Uganda mês passado. Você pode comprar uma para você e outro vai para Uganda ou simplesmente doar diretamente.


Lack of information is a major contributing factor to infant mortality. The Information Blanket was created to, besides warming up the baby, provide information to new parents, even if they can't read. In it there's info about breastfeeding, vaccination scheduling, growth rates and illness warning signs- a lot of parents can't identify when their baby has a fever.
The Information Blanket was launched in Uganda last month. You can buy one for yourself and one is donated to Uganda or simply donate directly.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

julie morstad










As ilustrações de Julie Morstad são incrivelmente doces. Algumas delas estão à venda no BigCartel.

Julie Morstad's illustrations are incredibly sweet. Some of them are for sale at BigCartel.

fofices do design: revoluzzza organic dolls











Não vou mentir, estou apaixonada por esse comeback de bonecos de pano. Quando era pequena tinha várias bonecas e tenho ótimas recordações, posso descrevê-las timtim por timtim.
Esse é o trabalho da Revoluzzza, assim mesmo com três Zs. Tem muito mais imagens de sua coleção no Flickr e em sua lojinha na versão alemã do Etsy, DaWanda.

I'm not going to lie to you, I'm loving the cloth dolls comeback. When I was little, I had several dolls and have great memories of them, I can even describe them to the teeth.
This is the work of Revoluzzza. Yeap, with 3 Zs. There are more images of its collection on Flickr and in its store at the german version of Etsy, DaWanda.

de.cor: nest


Olha que coisa mais gostosa esse triliche, parecem pequenos ninhos no tronco de uma árvore na Grécia! Vai me dizer que você não acha que essa arquitetura tem cara de grega?

Look how adorable these beds, they look like little nests on a grecian trunk hole. Yes, I'm getting a Greek vibe, aren't you?

terça-feira, 7 de junho de 2011

marc taeger






Tô sentindo uma onda de ilustradores me levar de caixote para a orla onde caio de boca na areia da contemplação.
Olha só o trabalho do Marc Taeger. Ele é suíço e vive na Galicia, Espanha. Taeger ilustrou inúmeros livros infantis, além de fazer murais e também ilustrações para gente grande.
Em seu site tem uma página divertida intitulada Qaddawah para você mesmo construir seu personagem em 3 partes. Participaram com ilustrações 71 artistas de todas as partes do mundo. Você pode fazê-lo n computador ou baixar as partes e brincar como quiser.


I'm feeling a wave of illustratores taking me by surprise these days. Look at Marc Taeger's work! He was born a swiss and currently lives in Galicia, Spain. Taeger has illustrated several kid's books as well as painting murals. He also makes grown-up illustrations for magazines and other medias.
There's a page in his site called Qaddawah, where you can build your own character using drawings from 71 artists worldwide. You can either play in the computer or download the parts to play later.

domingo, 5 de junho de 2011

sculptural playground - wiesbaden









Esse parquinho construido em Wiesbaden, na Alemanha, é um grande pentágono sem interrupções feito de tubos de aço inoxidável e redes, com uma área interna central também pensada para divertir até a mais enjoada das crianças. Fala a verdade, não te deu vontade de brincar aí também?

This playground built in Wiesbaden, Germany, is a big pentagon with suspended net walkway loop supported by stainless-steel pipes and an artificial landscape created inside the loop to distract even the most goody-two-shoes of a kid. Let's be honest, don't you feel an urge to play there too?

matt saunders







Matt Saunders é inglês e mora em Leeds. Essa pequena bobagem (no melhor dos sentidos, eu amo bobagens) que ele fez com troncos que está à venda em sua lojinha no Etsy me fez sorrir. Pesquisando sobre ele, descobri que ele faz muitos murais, como esses em um quarto de hotel em Brighton. Ele também fez ilustrações para a revista Anorak, que eu adoro.

Matt Saunders is british and lives in Leeds. This sweet silly thing he did with logs- don't take me the wrong way, I love silly things- that are for sale at his store on Etsy made me smile. Researching his work, I  found out that he was commissioned for several murals, including this one in a hotel room in Brighton. He has done some illustrations for Anorak mag, that I absolutely love.

sábado, 4 de junho de 2011

mamãe indica: stardate 04062011-centre carasso II




disse aqui uma vez (uso até a mesma imagem do primeiro post para a coisa ficar bem, mas bem clara) e repito: sou uma mãe problema. 
Eu infernizo, eu faço papel de advogada do Diabo, eu pergunto, eu questiono e não deixo passar batido. Eu pesquiso e tiro minhas dúvidas, com muitas, muitas perguntas. Não é tarefa fácil me convencer de alguma coisa.
Resumindo, eu sou uma chata de galocha. 
Je suis sûr que todos os profissionais do Centre Carasso, as mães amigas e meus anfitriões tiveram essa impressão de moi, e não com palavras tão gentis como essas que estou usando. Minhas orelhas estão vermelhas até agora, afinal a nossa programação consistia em 7 apresentações com hora marcada para começar e terminar e eu, com tantas perguntas, devo ter atrasado pelo menos 5 delas. Deu para sacar o efeito dominó do meu comportamento?
Para ter uma visão da nossa tarde no Centre Carasso, convido vocês a passar no blog da Sam Shiaishi, o A Vida Como a Vida Quer e no da Glau Nunes, Coisa de Mãe, elas a descrevem nosso step by step super bem. A Giovana Reobol também escreveu sobre o assunto, aqui no Nascendo Uma Mãe.
Foi durante a nossa visita que caiu uma ficha. Minha família, desde os tempos da bisavó (são esses que eu posso confirmar) sempre teve uma certa obsessão pelo bem estar dos intestinos. Todos os males curavam-se com lavagens intestinais. Coalhada era um item obrigatório em alguma das refeições do dia, não importava qual. Depois vieram os iogurtes. Quando alguém caía doente, a primeira coisa que se pensava era na flora intestinal e em como reequilibrá-la. E cocô então. O assunto cocô estendia-se à detalhes tão minuciosos como a daquela fase de recém-nascidos: quantas vezes fez, qual é a consistência e cor, etc. 
Naturalmente adotei a tradição do iogurte/coalhada em casa para meus filhos como um hábito corriqueiro, como escovar os dentes depois das refeições. Não sei porque achava que todas as outras casas eram como chez moi. Para mim era óbvio que, parafraseando um sucesso do marketing televisivo, Danoninho vale por um bifinho. Isso porque iogurte, coalhada e o bem estar da flora intestinal- porta para uma saúde impecável- estão intimamente ligados. Pelo o que ouvi lá, só uma parcela pequena da população brasileira tem os mesmos hábitos, inclusive é por isso que existe um investimento tão baixo em iogurtes diferentes no nosso mercado. Vocês já notaram a quantidade de variações de iogurte que existe no  exterior? Pois é.
Existe uma placa na parede da sala de espera do Centre Carasso com uma frase de Hipocrates que é como eu vejo a minha alimentação e de minha família- sou daquelas que faz caldo de galinha, geléias, polpa para sucos, xaropes e outras coisinhas em casa: 
"Que sua alimentação seja seu primeiro remédio".