segunda-feira, 8 de agosto de 2011

paul thurlby











AIMEUDEUS do Design Retro-Moderno, por onde começar? Tô passando mal! Respire, inspire. Respire, inspire. Pronto, acalmei. 
Olha, não deu para selecionar só algumas imagens do trabalho de cartões do inglês Paul Thurlby, então coloquei todos os números mesmo. Imaginou se tivesse decidido colocar todo o abcedário?

Dear Lord of the Retro-Modern Design, where shall I begin? I'm hyperventilating here! Inspire, expire. Inspire, expire. There, there, I'm better now. 
It is absolutely impossible to select only a few card images of London based artist Paul Thurlby, so I'm showing all the number as they are. Can you imagine if I had decide to place here all the letters of the alphabet?


via

domingo, 7 de agosto de 2011

moda: atsuyo et akiko












Assim como os posters da Marvel de Marko Manev que eu mostrei em um post abaixo, existem duas maneiras de se interpretar o que já existe: a literal e a com um twist de sofisticação e inovação. 
Atsuyo et Akiko, duas designers japonesas que moram em Nova York, reinterpretaram o Winnie the Pooh como parte de sua nova coleção para bebês, almofadas e acessórios seguindo a última opção. Fizeram muito bem feitinho, parabéns para elas.
Confesso que nunca gostei desse ursinho- nem um pouco, mas vendo essa coleção, teria várias peças.


Like Marko Mane's Marvel posters I showed in a post below, there are two ways of doing something: the literal way and the one with a twist of sophistication and new interpretation.
Atsuyo et Akiko, two japanese designers based in New York did the second option with Winnie the Pooh as part of their collection for babies and toddles. They did it well, that I can say, because I dislike this character very much (oh, don't even ask!) and even I would like to have some pieces of their work, specially the pillows.

sábado, 6 de agosto de 2011

mani zamani





Minha queda por robôs não me permitiria passar batido pelo trabalho de Mani Zamani. Ele mora na Suécia e é um character, toy e product designer. Além dessa linha com cara retrô, ele tem outra com uma cara bem Transformers, só que muuuito melhor.


Mani Zamani lives in Sweeden and is a character, toy and product designer. Besides this fantastic retro line, he has one that make Transformers look like what they really are, Toys'R'Us cheap plastic toys.                                                                                                                     

marvel minimalist posters








Quadrinhos também são cultura. Meu lado geek adora uma revistinha em quadrinhos recheada de super heróis e vilões (meus favoritos por serem mais complexos), ilustrações de vanguarda e uma boa trama cheia de injustiças e malvadezas. Gostava de gibis mesmo antes de saber ler.
Os posters minimalistas de Marko Manev dos personagens da Marvel ficam maravilhosos em  qualquer parede, não acha? Com certeza eu os colocaria no quarto de Fofoquinha e Matraca-Trica, sonhando secretamente que eu pudesse colocá-los nas paredes de meu quarto também.

Comics are culture too. My geek side loves a good comic filed with super heros and villains (my favorites, they are far more complex than heroes), good illustration and a good soap opera like stories, with lots of injustices and bad events.
The Marvel minimalist posters created by Marko Manev are great in any wall of the house, don't you think? Yeah, I would place it in my kids' room, but I secretly wish I could just put them up on my room's walls.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

moda: we were small








Pequena companhia belga para pequenos minimalistas, We Were Small adotou adoráveis monstrinhos para ser o carro chefe. Fique de olho neles, We Were Small não vai ser pequena por muito tempo.

Small belgium company for small minimalists, We Were Small adopted adorable little monters to be their spokepeople. Keep an eye on We Were Small, they won't be small for to long!

trauma supervisionado



Ahhh, nada como voltar a ter tempo para escrever. Andei bem ocupada com um projeto super bacana onde gastei toda a minha manicure no teclado. Vou contar para vocês já já sobre o que se trata, tá?


Nada um bom susto para voltar à ordem natural das coisas. Ainda falando das férias, ainda me perguntando "Mas que tipo de mãe é essa?". O tipo que precisa dobrar as sessões de terapia, você vai me responder depois de acabar de ler.
Estava pensando em como algumas mães tem dificuldade em deixar os filhos crescerem, em como a gente (sim, já passei por isso também, não se engane) acha desculpas esfarrapadas para que eles passem por fases de transição naturais, como tirar a chupeta ou a fralda. Nos falta força de vontade por que, lá no fundo, nossos bebês ainda são nossos bebês e a gente quer que eles continuem assim. Nos dá segurança. Ninguém gosta de mudar a rotina, especialmente se ela é gostosa. Com Fofoquinha foi assim. Com Matraca-Trica o filme já foi outro. #saidessecorpoquelenãotepertence. Não virei megera insensível, mas amadureci e me tornei verdadeiramente uma mãe passarinho que joga os filhos do ninho para que aprendam a voar.
Isso quer dizer basicamente que eu deixo que eles corram certos riscos para estabelecar seus próprios limites, o que eu chamo de trauma supervisionado. Posso ser passarinho, mas se a questão for penas, tenho muito de galinha ainda-todo mundo em baixo de minhas asas, por favor.
Dois exemplos práticos, caso você não tenha entendido a extensão do espírito da coisa:


1. Matraca-Trica fugiu no clube-ambiente seguro e conhecido, pura birra e malcriação, sem falar em desobediência na sua mais pura forma. Eu o localizei- depois de 40 minutos segurando o coração na mão e xingando quem tinha tido a ideia cretina de ter filhos no meu casamento- mas ele não me viu. "Ah é?", pensei comigo mesma. Foi minha vez de me esconder atrás da árvore para que ele pudesse tomar uma dose de seu próprio remédio. Quando Matraca-Trica achou por bem voltar para perto da mamãe, quem disse que ela estava no lugar onde ele a deixou? Pois ele ficou lá, rodando como ponteiro de segundos de relógio por não me localizar, por exatamente contados no relógio dez minutos. Quando magicamente apareci por detrás da árvore, Matraca-Trica ainda teve que ouvir o sermão todinho com moral da história no final-você gostou de não achar a mamãe? Então como você acha que eu me senti procurando por você???


2. Again o mesmo protagonista. Esse menino vai me dar trabalho.
Praia. Banco de areia perfeito para crianças por formar um piscinão logo na orla. Como Matraca-Trica e Fofoquinha já estão grandinhos e estava sozinha controlando a tralha de praia, bolsa e crianças, já dá para ficar a beira-mar sem ter que entrar. "Crianças, não pode ir no fundo, tem correnteza hoje". "Matraca-Trica, não pode ir no fundo, tá bom?". Então tá. Por acaso filho ouve quando a mãe fala? Não, né? O moleque só indo para o fundo, eu na beira-mar junto com outros tantos pais olhando a cena. A expressão desses pais foi mudando e ouve um unânime arregalar os olhos a certo ponto para mim com cara de "Como assim, tá esperando o quê para entrar e trazê-lo de volta???" 
Evidentemente Matraca-Trica estava à um mergulho de distância, onde um adulto poderia sentir os grãos de areia em seus pés mas não o moleque, que assustou com o vai e vem da maré. Quando finalmente voltou para perto de mim, por meios próprios e depois de uma pequena luta com Netuno, com olhos arregalados e tossindo um pouco por engolir água, adivinhem? Sim, outro sermão sem dó nem piedade.


E isso, senhoras e senhores, fez com que Matraca-Trica se comportasse como uma flor pelo resto da estadia. 

de.cor: green accents



Dois coelhos, err....quero dizer, dois verdes, com uma cajadada só. Dois resultados completamente diferentes. Qual você gosta mais?

Two rooms, two shades of green, two very different outcomes. Which one do you like best?

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

fofices do design: rocky




Cestinha, berço e caminha. Não bastasse toda essa utilidade, um design de extremo bom gosto. Parabéns, Jäll & Tofta por criarem o Rocky. Vocês alemães sabem muuuito sobre design!

Bassinet, crib, toddler bed. On top of it all, gorgeous furniture design.It couldn't get any better. Congrats, modular Rocky by Jäll & Tofta, you guys in Germany nail it!

de.cor: orange accents



Lovely. Simply lovely.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

christian jackson








A estética super-minimalista do americano Christian Jackson dá um novo frescor nos contos da carochinha que a gente ouviu a vida inteira e agora conta para nossos filhos.

The hyper-minimalist design of the ol' good classic children's stories of Chicago's based Christian Jackson are super fine.

fofices do design: magical beans


Esses magical beans do site Beyond123 vai fazer com que você se sente feliz da vida para brincar com seu filho, tenho certeza. 

These magical beans from Beyond123 will make you gladly sit down to play with your kid, I'm sure of it.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

heather ross








O pai de Heather Ross é escritor e a mãe, pintora. A soma dos dois não foi igual à uma advogada ou dentista, mas sim uma ilustradora com paixão por estamparia de tecidos. Heather não para. Entre workshops de costura ela  também ilustra vários livros infantis.

Heather Ross' father is a writer and her mom, a painter. The result of their offspring  wasn't a lawyer or a dentist, but a very talented illustrator with a passion for textiles. She's also currently at work on several children's book projects and sewing workshops.

domingo, 31 de julho de 2011

curta: reflexões sobre a areia/ reflections about sand



Se existem duas coisas no mundo que entretem crianças por horas a fio, essas duas coisas são: caixa de papelão e areia.
Sobre a primeira, não foi à toa que já foi catalogada e assumida como brinquedo. A areia, por outro lado, fascina crias em sua tenra idade, antes mesmo de aprender a andar. Não tem nada mais gostoso do que afofar na mão um bom punhado de grãos e colocá-los, de uma só vez, na boca. Acontece de tudo quando se junta crianças de todas as idades, até as de terceira (idade) e areia. Vem aqui para saber o que já passou pela minha cachola.
Nessas férias eu trouxe um livro para a praia para ler. O tempo virou, o mar ressacou. O livro ali, me olhando. E eu olhando para ele e trabalhando duro como centro de diversões infantil. Quando a imaginação esgotou, enfiei Fofoquinha e Matraca-Trica no carro e para a praia fomos, roupas de banho, lanchinho, agasalhos e baldinhos. O tal do livro debaixo do braço na esperança de ser aberto. Só na esperança.
Já que não dava para entrar na água e havia feito o depósito mensal no fundo terapia para os dois, resolvi dar mais munição para o profissional que os irá atender no futuro.
Pés na areia, Fofoquinha e Matraca-Trica enlouquecidos para entrar no mar e furiosos por não poder, achei que era hora de uma distração. Inventei um concurso: quem conseguisse cavar um buraco até a China seria o vencendor.
Três horas de exercício em vão que não leva a nada depois, eles cavaram um buraco que ia até os respectivos umbigos. Que tipo de mãe faz isso com os filhos?
Aquela que, em compensação, conseguiu ler quatro páginas in-tei-ri-nhas antes da primeira interrupção. Esse tipo de mãe.


If there are two things in life that can entertain kids for hours and hours, these things are: cardboard boxes and sand. The first one is catalogued as toy already. Sand, on the other hand, fascinates kids of all ages and babies. Even before they turn into toddles, they love to feel the texture of it, then grab a handfull and put in their mouths. Oh joy.
It's winter vacation in Brazil. This means we still go to the beach on some points of the country, like Rio de Janeiro, where we were. This vacation I brought a book to try to read (wishful thinking never dies). It's not always that you can go to refresh yourself on the shore, sometimes the ocean is closed for business and Mamãe here has to act as a entertainment center for the cubs. At some point of the day I exhausted all the play possibilities, got everybody into the car and to the beach we went, swimming suits on, snacks, shovel and buckets, a sweater just in case and my book.
Getting into the water was out of the question, so I've decided to torture my kids: the first one to dig a hole in the sand to get to China would be the winner. Three hours of pointless exercise later, they dig a hole deep enough up to their belly buttons. What kind of mom does that to their kids?
With that I read four uninterrupted precious pages of her book before the kid's first cry out for whatever they wanted at the time. That's the kind of mom.