quarta-feira, 13 de junho de 2012

holly andres






Holly Andres utiliza a fotografia para examinar as complexidades da infância, a natureza fugaz da memória e a introspecção feminina. Stories from a short street é um conjunto de oito fotografias inspiradas pela experiência única de Andres crescendo na zona rural de Montana, EUA, a caçula de dez filhos. Ao montar um grupo fictício de irmãos vagamente baseado em arquétipos de sua própria família, cada imagem é construída a promulgar um momento específico, comunicar identidade através do espaço e mostrar um retrato psicológico.

Holly Andres uses photography to examine the complexities of childhood, the fleeting nature of memory, and female introspection. 
Stories from a short street is a suite of eight photographs inspired by Andres unique experience growing up in rural Montana,USA, the youngest of ten children. By concocting a fictitious group of siblings loosely based on archetypes of her own family, each image is constructed to enact a specific moment, communicate identity through space, and depict a psychological portrait.

terça-feira, 12 de junho de 2012

periodic table by workerman








Esta Tabela Periódica é um projeto criado por Adam Brackney da Workerman para um mural que está indo para a parede no novo escritório Canexus em Calgary, no Canadá. 
Realmente, saber de cor uma tabela periódica dessas não seria nada difícil, estou certa? Eu não iria pegar tanta recuperação em química se eu tivesse uma tabela dessas na minha parede, com certeza.

This is the work of a Periodic Table design by Adam Brackney of Workerman for a mural that would be going up in the new Canexus office space in Calgary, Canada. 
Really, to know by heart a periodic table like that wouldn't be hard at all, am I right? I would not fail as much as I did in chemistry if I had one of those in my wall.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

fofices do design: what shall we play today?







Collete Bream é a mente criativa por trás de What shall we play today?, uma lojinha muito simpática no Etsy. Nascida na Europa, hoje ela vive com marido e filha nos EUA, onde ela cria essas peças de tricôs encantadoras.

Collete Bream is the creative mind behind What shall we play today? store on Etsy. Born in Europe, today she lives with hub and daughter in the US, where she creates these lovely knitted pieces.

sobre a sabedoria da natureza


Este post é candidato ao concurso “O melhor post do mundo da Limetree” 



Dear English speaking friends,
This post is related to a local contest. If you wish to know more about it, please email me and I'll be happy to let you know what is going on.


Caso 1
Pepe Legal* não é lá muito chegado em sopa. A mãe, que é a mãe, é daquelas que fazem questão de sentar com a cria na hora da refeição e gosta de conversar, brincar e até fazer aviãozinho na tentativa de que ele pelo menos experimente uma colherada. Mediante o fiasco de tantas tentativas frustradas, ela resolve cortar a sopa do menu familiar.
Algum tempo depois Pepe Legal janta na casa da vovó. A mãe, que é a mãe, vai buscá-lo. Ela pergunta para a vovó se ele jantou direitinho e para sua surpresa, ela responde que ele bateu uma pratada de sopa e pediu mais.
O que, como assim???
Pepe Legal  vem todo contente contar:
Mamãe, hoje eu experimentei sopa e agora eu a-do-ro!

Quando você se pega sentada no azulejo frio do banheiro no meio da manhã com a cara inteira dentro do vaso sanitário colocando tudo para fora simplesmente porque enjoou com o cheiro de seu par, você tenta se manter calma pensando naquele feijão dentro de seu ventre que dentro de 7 meses vai estar em seus braços.
Mais tarde, quando não consegue mais enxergar sua virilha, seus pés estão do tamanho de mamões e está com pelos nascendo em lugares que só tinha visto antes em cartazes antigos de mulheres barbadas de circo, você tenta se manter calma pensando naquele bebê dentro de seu ventre que dentro de 2 meses vai estar em seus braços. Sim, até as hemorróidas valem a pena.
Agora que o pacotinho está em seus braços coçando a gengiva em seus mamilos rachados e doloridos, você tenta se manter calma pois está fazendo tudo isso porque ama incondicionalmente esse projeto de gente. Mesmo que ele arrancasse um pedaço de seu fígado, você não se importaria. Qualquer coisa em nome do amor. A ligação entre vocês é tão, mas tão forte que se você sai do campo de visão, o berreiro do pequeno é enorme.
Tudo bem que você tem que ir ao banheiro com a porta aberta e só pode escapulir de casa na hora da soneca dele. Você faz tudo isso porque o ama incondicionalmente.
Chega uma hora, lá pelos 18 meses, quando dá tempo de pensar um pouco sobre a vida, que você considera seriamente se valeu a pena. Essa história de aguentar piti por qualquer coisa, esse choro todo porque você tem que sair, essa coisa de não querer comer nada, as malcriações. Ainda assim você, colocando tudo na balança, conclui que está tudo bem, afinal o amor é lindo e você está educando essa coisa fofa.
Como dá para resistir à esse cheirinho gostoso de bebê? pensa você, inebriada. Sabe para quê a gente faz tudo isso, passa por todas as culpas e dores físicas?
Para ver com seus próprios olhos que eles ficam muito melhor quando não estamos presentes. Para saber como eles se comportam bem na casa dos outros, como experimentam pratos novos e param de chorar no segundo que está fora do seu campo de visão quando você os deixa na escolinha. 
Ter que ouvir de quem ficou tomando conta de seu filho que ele estava ótimo enquanto estávamos fora e foi só a gente pisar em casa que ele começou a fazer manha é demais da conta. Não é?
Esse é só o começo, fico pensando. Fofoquinha já começou a me responder como se tivesse 11 anos. Ainda vai ter o dia, lá pelo começo da aborrescência, que eles vão acordar O-DI-AN-DO os pais, coisa que vai durar longos, trabalhosos anos. E você ainda vai estar lá, esperando a criatura com um prato de comida quentinho ou saindo para buscá-la no meio da madrugada na balada, só para ouvir mais atrocidades.
Agora acredito que já tenha dado para entender a ironia do título. Já começou a questionar porque a raça humana não é ovípara? Bastava colocar alguns ovos enterrados na areia e deixar a natureza seguir seu caminho.
Conclusão:
Por mais que amemos nossas crias e queremos ensiná-los, protegê-los e ver suas conquistas, nós, as mães, só atrapalhamos.
Eles esperam pacientemente o minuto em que damos as costas para se sentirem confortáveis e seguros para dar aquele passo à frente que nós adoraríamos filmar, fotografar ou simplesmente ter a chance de encher os olhos d'água e o peito de orgulho.
Essa é uma condição da maternidade que nunca, nunca vou me conformar. Como assim a natureza por não nos ensina a lidar com os fatos da vida?

Caso 2
Dia de sol na piscina. Fofoquinha encontrou Pedrita e estavam a brincar na piscina rasa enquanto eu e a mãe de Pedrita conversávamos dentro da água. Fofoquinha me perguntou se podia ir na parte funda, ir até a outra borda, 25 metros adiante. Ela já está acostumada, respondi que sim. Fofoquinha então perguntou a Pedrita se também gostaria de ir. Pedrita respondeu que não, que tinha medo. A mãe, ao seu lado, confirmou que ela não nadava lá essas coisas.
Lá se foi Fofoquinha para um lado e a mãe da Pedrita para outro, buscar qualquer coisa lá longe em sua chaise long. Matraca-Trica quis acompanhar a irmã. Com ele eu normalmente acompanho caso ele fique cansado no meio do caminho. Levo sempre uma bóia. Ele perguntou para Pedrita se ela não gostaria de ir com ele. Ela procurou pela mãe, não a viu por perto e respondeu:
Quero sim.
Lá fomos nós, para meu espanto, até a outra borda, todos batendo os pés e ensaiando um nado crawl. A mãe de Pedrita já tinha sacado o que estava acontecendo, apertou o passo para chegar até onde estávamos. Boquiaberta, a tempo de ver Pedrita voltar por onde veio como se fosse Esther Williams.

* Para quem não conhece meu trabalho, chamo meus filhos e todas as crianças mencionadas no blog por nomes de personagens de desenho animado. São minhas crias a Fofoquinha, nascida em 2002 e o Matraca-Trica, que nasceu em 2005.



domingo, 10 de junho de 2012

mamãe indica: mamãe's fan page on facebook




Você sabia que eu guardo um monte de bobagens e novidades que não dá para publicar aqui (afinal eu tenho um nome a zelar) para a página da Mamãe sabe tudo no Facebook?
Não se esqueça de curti-la também para ter mais informações, rir e extravasar com conteúdo diferente.
Só eu mesmo para fazer um publieditorial sobre a minha própria página no meu blog...

Did you know that I save all the little silliness and other kinds of content that I can't fit in here for the Facebook page? 
Don't forget to join Mamãe sabe tudo to be informed, vent out, laugh and be amazed with different news.
Leave it to me to run a dedicated post about myself in my own blog...

babybum: uauá baby







Uauá Baby foi criada por Fabiane e Juliana, em São Paulo. A marca tem bonecos personalizados, kit berço com tecidos exclusivos, adesivos de parede, almofadas, projetos de decoração de quarto infantil, mala para maternidade e bolsa baby.

Uauá Baby was created by Fabiane and Juliana in São Paulo, Brazil. The  brand carries  custom dolls, crib linens with exclusive fabrics, wall stickers, cushions, custom decorating projects for children's room, suitcases for maternity and diaper bags.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

tinyfawn







Colagens super delicadas da ilustradora americana Darrah Gooden, que tem uma lojinha no Etsy chamada Tinyfawn.

Delicate collages from american illustrator Darrah Gooden, from Etsy store Tinyfawn.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

de.cor: room for 3



via

the candy room







De vez em quando eu vejo tanta informacão que acabo por deixar passar algumas coisas, que só me lembro quando reaparecem pelo cyberspace. Esse é um dos casos. Pode ser que você ainda não tenha visto, portanto aqui vai.
O Candy Room fica em Melbourne, na Austrália, e a arquitetura e decoração são fortemente influenciadas pela idéia de projetar um espaço lúdico simples e um pouco ilusório. Linhas foram "desenhadas" no espaço em branco para representar um quarto. Tudo, incluindo os lustres, são pintados de branco. Como o espaço é predominantemente branco, as cores das embalagens de doces ocuparam e deram vida ao espaço.

I see so many things that sometimes I forget to post about one or two of them, only realizing it when it surfaces again in cyberspace. This is one of them. Just in case you haven't seen yet, here it goes.
The Candy Room in Melbourne, Australia, is strongly influenced by the idea of designing a playful, simple and somewhat illusional space. The application was to use line artwork on white space to represent a room. Everything including the fixtures is painted in white, while graphically applied line artwork produce the suggestive elements of a room. Allowing the space to be predominately white allowed the colours of the confectionery to dress the space. 

segunda-feira, 4 de junho de 2012

fofices do design: seesawseat






O SEESAWseat é um protótipo criado por D Van Dirk, na Holanda. Ele funciona tanto como uma gangorra como uma bancada. O banco dobra no meio e os pés se unem para criar o pivô para a gangorra. As alças da gangorra também  dobram para dentro do banco quando a gangorra não está em uso.
The SEE­SAWseat is a prototype created by D Van Dirk, in the Netherlands. It func­tions as both a see­saw and bench. The bench folds in the mid­dle and the feet are joined in the mid­dle to cre­ate the pivot for the see­saw. Han­dles for the see­saw are folded into the bench when not in use.

domingo, 3 de junho de 2012

babybum: pinguino







Pinguino é uma marca só para meninos. 
Criada pela ex-modelo Petê Marchetti, ela nasceu da dificuldade em achar roupas descoladas para seus filhos -90% das mães começam sua carreira empresarial assim, não é?
Para Petê, desenhar para crianças é como um teatro: na hora de criar a coleção, desenvolver o tema, o cenário, as estampas, escolher os tecidos e cores, é uma grande alegria, porque ela sabe que o Pinguino que veste, se diverte.

Pinguino is a for-boys-only brand. 
Created by former model Pete Marchetti, Pinguino was born of necessity: Petê could not find in the market cool, funky clothes for her boys - well, this is how 90% of mothers began their business career, am I right? 
Pete says that designing for children is like a theater: when creating the collection, developing the theme, the settings, prints, choosing the fabrics and colors; is a great joy because she knows that the Pinguinos who wear her clothes have so much fun doing it.

sábado, 2 de junho de 2012

fofices do design: bubble baby bed




Projetado para crianças do nascimento até 5 meses, a construção do berço Bubble Baby Bed se assemelha a um tradicional brinquedo russo, Nevalyashka. Ele balança ligeiramente para todos os lados, mas retorna para a posição vertical devido a um centro de pesos em plexiglas. Para facilitar o manuseio, o centro de peso consiste em várias camadas, que não são pesadas ​​separadamente, mas tem 15 kg de peso quando montadas. 
O Bubble Baby Bed de Lana Agiyan tem ainda uma camada de cascas de buckwheet que é um antibactericida natural, hipoalergênico, antifúngicos, bem como melhor isolamento para a cama que pode ser vitima de cocô e urina. Atualmente, esse berço está sendo desenvolvido por uma empresa de mobiliário indiano para a produção em breve.
Designed for children from birth to 5 months, the Bubble Baby Bed’s construction resembles a traditional russian tumbler-toy Nevalyashka. It slightly rocks at all sides, but returns to the upright position with a  plexiglas weight center. To prevent the bed from declining when baby is already asleep, there is a soft stopper. For easier handling, the weight center consists of several layers, that are not heavy separately, but weight 15 kg when assembled.
Lana Agiyan’s Bubble Baby bed has a layer of buckwheet hulls that promotes natural antibacterial, hypoallergenic, anti fungal, breathable, odor resistant as well as better insulation for the bed that prone to baby’s poops and urine.
Currently, this Bubble Baby bed concept is being developed with an Indian furniture firm for production pretty soon. 

sexta-feira, 1 de junho de 2012

mamãe no mmqd


Dear English speaking friends,
This post is about a piece I wrote in portuguese for a local blog. Yes, I've been busy lately and have been neglecting my own space. The grass on the other side is always greener, right?

Mamãe não para quieta. Agorinha mesmo saiu do forno um texto que escrevi para as fofas Flavia, Mari e Roberta do Minha Mãe Que Disse. Tá lá, é só clicar no link do portal e depois voltar aqui para me contar o que achou.